AEBP rompe com a WFIS.

Em um comunicado publicado em seu site, a AEBP – “Scouts Brasil” anunciou o rompimento com a central mundial, a WFIS – World Federation of Independent Scouts.

Entre os motivos divulgados, a AEBP alega que a WFIS se tornou um “tribunal”, que já não reconhece os certificados de formação emitidos pelo Brasil e que causou “vultuosos” prejuízos econômicos à filiada brasileira.

Além disso, em sua página no Facebook, o diretor-presidente da AEBP – que ocupa este cargo há 10 anos – afirma que já não vê necessidade de uma filiação internacional.

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Eles não são escoteiros.

250_Million_Scouts_(László_Nagy)Existem os que acreditam que para ser escoteiro devemos cumprir alguns requisitos, seguir certas regras, protocolos. Também há os que pensam que para ser escoteiro basta com que nos denominemos como tal; ou que devemos passar pelo crivo de uma ou outra associação. Há os que pretendem acabar com o assunto, simplesmente afirmando que são escoteiros somente os que estão filiados a uma organização e suas representantes nacionais.

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Resolvendo a questão “Associações independentes”.

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As associações ditas independentes acompanham o escotismo desde sempre. Já em 1910, quando quase não caminhávamos com as próprias pernas, um grupo de escotistas se afastava do movimento idealizado por Baden-Powell para criar uma nova organização sob o argumento de não condividir a propaganda militar dentro do escotismo com a conivência de B.-P. Ainda teríamos, no decorrer da história, fatos curiosos como o do próprio movimento escoteiro ser uma espécie de associação independente da League of Woodcraft Indian, idealizada por Ernest Thompson Seton, que afirmava que B.-P. havia “roubado” boa parte de suas ideias – uma história postergada para um outro artigo.

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A “pirataria” no escotismo.

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Duns Escoto

Na proximidade das eleições para cargos de diretorias regionais e nacionais de 2013, o tema veio à tona numa propaganda pró-associação, ou como uma carta de intenções para reafirmar uma espécie de fidelidade associativa. Num movimento que prima pela formação de cidadãos, pela moralização da sociedade, as informações por estes pretendentes aos cargos não devem pecar por falsear a verdade – por mais que ela nos faça penar.

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