Sobre a questão LGBT – uma outra abordagem.

Quando começo um texto assim, fico dividido entre entrar diretamente no assunto ou me adiantar aos comentários (que sei que aparecerão), já respondendo a questões como “apologia”, “propaganda”, “esquerdismo”, “político”, “partido”, “ideologias” e afins.

Mas vou arriscar e passar diretamente ao assunto. Adianto, porém, que é uma contribuição ao tema em voga (a diversidade), não invalidando a importância que tem, mas oferecendo uma outra visão. Mas, primeiro de tudo e alertado por uma escotista, vou à contextualização.

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Desbravadores fazem evento por 300 reais no mesmo local do próximo Jamboree.

Os Desbravadores realizaram a sétima edição do seu famoso acampamento, o Campori (ou Camporee). O evento contou com a participação de 23 mil jovens e adultos.

A atividade aconteceu no Parque do Peão, em Barretos/SP, entre os dias 25 e 30 de julho.

Segundo o manual do participante (clique para ver), o valor da inscrição foi de R$ 165 sem a alimentação e R$ 315 com alimentação.
Os participantes puderam contar com estruturas como shopping, livraria, lavanderia, rádio exclusiva, entre outros.

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Fica decretado: abolir um lenço nos enche de sentimento de unidade.

Se vocês estiverem prestes a concluir um curso de administração, relações-públicas, publicidade, jornalismo, vocês devem fazer um TCC sobre como o escotismo brasileiro lida com certas situações dentro de sua forma organizacional. Chega a ser surreal como se tenta artificialmente imbuir um sentimento de “unidade” com ações estéreis do tipo…trocar um desenho, uma cor ou abolir um lenço. Ou seja, assuntos periféricos passam a ter contundente relevância, desde que nos ajudem a propagandear que uma gestão “está se movimentando”, nem que seja numa partida de ludo.

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Escotistas de SC e o “verdadeiro escoteiro”.

Promessa EscoteiraEsta história chegou por e-mail.

Um escoteiro e sua mãe foram comprar um meião preto num centro comercial de Santa Catarina. O meião era para compor o uniforme de um grupo escoteiro não filiado às associações nacionais, seja UEB, AEBP ou qualquer sopa de letrinhas.

O garoto, ao avistar dois adultos com uniforme escoteiro na loja, entusiasmou-se e foi cumprimentá-los. Os escotistas, ao pegarem o lenço do garoto (que também andava com seu uniforme) perceberam que ele não era filiado à associação majoritária, a UEB – “Escoteiros do Brasil”. Não tendo nada melhor que falar, os dois adultos disseram que ele não deveria se chamar “escoteiro”, mas “amigo de B.-P.”, e completaram, para a perplexidade da mãe que o acompanhava: “se você fosse escoteiro, você estaria no congresso regional escoteiro agora”.

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Pioneiro é visto vendendo pâncreas para pagar o MutPio.

A tentação de falar sobre espeques, barracas, bigodes de Baden-Powell continua grande. Mas ainda maior é a tentação de seguir o conselho de alguns leitores (os mesmos que estimulam a prática de preços como os que se abordarão neste artigo) e transformar o Café Mateiro numa espécie de “Sensacionalista” do escotismo. Ou melhor, numa espécie de “Surrealista”, porque as notícias que chegam sobre o escotismo brasileiro a este espaço já passaram, há tempos, do mínimo que se espera em cordura institucional.

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