Cúpula da UEB participa de live com deputado federal. E daí?

No dia 9 de novembro, o diretor-presidente da UEB, Rafael Macedo, participou de uma live com o deputado federal goiano, Major Vitor Hugo (PSL). Com o tema “escotismo”, o evento também contou com as participações da diretora-presidente do Conselho de Administração Nacional, Isabelly Castro, e do diretor de métodos educativos, Celso Menezes. Todos eles representando a UEB – “Escoteiros do Brasil” no encontro.

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Escotismo – Por que os movimentos de jovens incomodam tanto?

Nestes dias, passei o olho por três textos que circularam na internet escoteira. O primeiro deles, que faço questão de compartilhar no rodapé deste artigo, perguntava aos leitores se eles haviam notado a mudança do escotismo em direção a algo mais prático em relação à sociedade e aos problemas que dela aparecem. O autor questiona, ainda dentro deste importante tema, se não seria também importante manter a simplicidade do escotismo ao mesmo tempo em que poderíamos nos ocupar com questões maiores, como o combate ao racismo ou à desigualdade.

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O “novo” estatuto da UEB não deve ser aprovado pelos delegados.

As reformas pensadas pela direção nacional (CAN e DEN) para o escotismo no Brasil seguem a mesmíssima agenda das últimas ações da política nacional. Por exemplo: o congresso brasileiro, ao mesmo tempo em que promove reformas que acabam com muitos dos direitos dos professores (por citar uma categoria), faz uma pré-reforma impedindo que se mobilizem no ambiente escolar. Um outro exemplo é que, para angariar o apoio popular de alguma propositura, incluem uma que outra proposta de consenso dentro de um emaranhado de outras tantas que atacam diretamente a população.

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Ata secreta do CAN nos mostra um outro lado do conselho.

O ano passado, 2018, foi marcado não só pela eleição da nova diretoria executiva nacional (DEN), mas por todas as manobras que envolveram o pleito e os conselheiros do CAN, garantindo a vitória de uma das chapas e a desistência da outra.

A ata em que foi tratada esta eleição, a de número 92 (baixe e leia aqui), divulgada no site da associação nacional, deu a entender que foi um processo tranquilo, com observância da legalidade e dos ritos institucionais. No entanto, a ata fechada que circulou por e-mails de algumas regiões e distritos, e que finalmente chegou a este blog, nos mostra outra coisa. Este documento atesta que existem dois CANs: um que aparece no site e nas atas ordinárias que são publicadas, e outro que realmente governa nas entranhas das salas fechadas – impedindo que associados tomem ciência das decisões que realmente importam, que neste caso foi nada menos que uma eleição para uma diretoria.

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Denúncia contra conselheiro do CAN pode mudar (mais uma vez) resultado para eleição da DEN.

O que está acontecendo dentro da UEB – “Escoteiros do Brasil” lembra um pouco a bibliografia revolucionária. Diz ela que quando a cúpula é incapaz de governar, não só se divide como mostra sua verdadeira face a todos.

Existe uma clara divisão entre os órgãos diretivos escoteiros. Parece que estamos pendentes do que ocorre na política nacional e, com certo ciúme e uma dose de apreço, tentamos imitá-la. Esta situação vem nos mostrando que estes órgãos não são legítimos para administrar, e que a figura de uma direção que se preocupe pelo desenvolvimento do escotismo deu lugar a uma política que em nada atende aos interesses de milhares de jovens e adultos no movimento brasileiro. O documento enviado ontem a este blog é apenas a ponta de um intrincado jogo que nos ilustra isso.

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