“Escola progressista” e escotismo.

John Dewey x Baden-Powell

A UEB – “Escoteiros do Brasil” tem uma parceria com o Café Mateiro. Vamos trocando pautas entre nós.
Anísio Teixeira estava na lista para o próximo artigo do blog, mas a UEB se adiantou e não só publicou uma notícia como prestou uma homenagem ao educador no último Congresso Nacional.

Anísio Teixeira foi uma figura importante para a educação brasileira. Principal signatário do Manifesto dos Pioneiros e promotor do movimento Escola Nova, pensava em uma escola democrática, inserida na sociedade, com uma metodologia crítica e dialógica.

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Gafes Escoteiras.

Passeando pelos sites escoteiros (oficiais e não oficiais), vocês encontram algumas, digamos, “gafes escoteiras”, que poderiam ser evitadas com uma simples visita ao oráculo. Outras são simplesmente mitos que se instalaram no escotismo ou histórias que sofreram alterações quando foram passadas de geração para geração, ao mais puro estilo “telefone sem fio”. Abaixo, uma pequena relação delas.

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Nossa memória escoteira.

No México, o articulista AReyes, autor de livros sobre a história do escotismo naquele país, abriu uma discussão sobre as datas “oficiais” referentes à chegada do escotismo no México, assim como à fundação daquela que seria a primeira associação nacional mexicana reconhecida pela WOSM. Continuar lendo

Observações de B.-P.

Passeando pelo blog do articulista mexicano Arturo Reyes, o qual eu recomendo que seja visitado pelos escotistas, observei um artigo em que se comemorava a edição de um livro em espanhol com a coletânea dos pensamentos de Baden-Powell. Tal literatura reúne as colaborações de B.-P. para a publicação “The Scouter”, entre 1909 e 1941, e atende pelo nome de B-P’s Outlook.

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As jarreteiras.

Baden-Powell, em seus livros, insistia no uso do uniforme, assim como insistia na presença do sentimento altruísta e de serviço ao próximo independente da uniformização.

Mesmo sem o uniforme, recomendava o uso de um pin ou botton em forma de flor de lis na gola da camisa, para que rapazes e moças fossem reconhecidos como membros da fraternidade escoteira. Ao fator marketing, unia-se a funcionalidade do uniforme, que era pensado para ser usado em atividades. Continuar lendo