Escotistas de SC e o “verdadeiro escoteiro”.

Promessa EscoteiraEsta história chegou por e-mail.

Um escoteiro e sua mãe foram comprar um meião preto num centro comercial de Santa Catarina. O meião era para compor o uniforme de um grupo escoteiro não filiado às associações nacionais, seja UEB, AEBP ou qualquer sopa de letrinhas.

O garoto, ao avistar dois adultos com uniforme escoteiro na loja, entusiasmou-se e foi cumprimentá-los. Os escotistas, ao pegarem o lenço do garoto (que também andava com seu uniforme) perceberam que ele não era filiado à associação majoritária, a UEB – “Escoteiros do Brasil”. Não tendo nada melhor que falar, os dois adultos disseram que ele não deveria se chamar “escoteiro”, mas “amigo de B.-P.”, e completaram, para a perplexidade da mãe que o acompanhava: “se você fosse escoteiro, você estaria no congresso regional escoteiro agora”.

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Pioneiro é visto vendendo pâncreas para pagar o MutPio.

A tentação de falar sobre espeques, barracas, bigodes de Baden-Powell continua grande. Mas ainda maior é a tentação de seguir o conselho de alguns leitores (os mesmos que estimulam a prática de preços como os que se abordarão neste artigo) e transformar o Café Mateiro numa espécie de “Sensacionalista” do escotismo. Ou melhor, numa espécie de “Surrealista”, porque as notícias que chegam sobre o escotismo brasileiro a este espaço já passaram, há tempos, do mínimo que se espera em cordura institucional.

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Sobre ameaças, isolamento institucional, páginas patrocinadas e mais.

Parece que estas páginas patrocinadas, que usam este patrocínio (sabe-se lá de quem) para propagar o decrépito discurso institucional, andam sensíveis. Não bastasse bloquearem aqueles que discordam de seus discursos, simplesmente se remoem por serem refutadas. Isto acontece quando decidem publicar algo com muitas certezas e poucas dúvidas. O básico da literatura escoteira, neste sentido, deveria ser o método maiêutico de Sócrates, e não o Escotismo para Rapazes.

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“O escotismo que eu quero…porque eu quero assim e pronto”

Palavra de escoteiro que responder conteúdos de outros portais por aqui não será uma constante. Até porque, assim como o Café Mateiro, é importante que existam outros canais sobre escotismo na internet além daqueles sabidamente associativos, mesmo que promovam uma apaixonada defesa institucional.

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Camisinhas foram vendidas em atividade e novo bug toma conta do escotismo.

jambolaoPreservativos foram vendidos durante a atividade “Jambolão”, que foi realizada entre os dias 19 e 22 de janeiro, na cidade de Feliz/RS, com a participação de seniores e escoteiros.

Os peritos em educação juvenil do escotismo, demonstrando profundo rigor científico, já conseguiram relacionar venda de preservativos com promiscuidade (farmácias são sexshops); camisinha com o público LGBT (são donos da marca); uso de narcóticos com camisinha (Escobar deveria saber) e teve até aqueles que afirmaram, de forma bastante didática, que “devemos evitar que jovens construam família [muitos filhos] na adolescência e para isso devemos proibir a camisinha”. Parece um novo bug do escotismo brasileiro.

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