Sobre a questão LGBT – uma outra abordagem.

Quando começo um texto assim, fico dividido entre entrar diretamente no assunto ou me adiantar aos comentários (que sei que aparecerão), já respondendo a questões como “apologia”, “propaganda”, “esquerdismo”, “político”, “partido”, “ideologias” e afins.

Mas vou arriscar e passar diretamente ao assunto. Adianto, porém, que é uma contribuição ao tema em voga (a diversidade), não invalidando a importância que tem, mas oferecendo uma outra visão. Mas, primeiro de tudo e alertado por uma escotista, vou à contextualização.

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Fica decretado: abolir um lenço nos enche de sentimento de unidade.

Se vocês estiverem prestes a concluir um curso de administração, relações-públicas, publicidade, jornalismo, vocês devem fazer um TCC sobre como o escotismo brasileiro lida com certas situações dentro de sua forma organizacional. Chega a ser surreal como se tenta artificialmente imbuir um sentimento de “unidade” com ações estéreis do tipo…trocar um desenho, uma cor ou abolir um lenço. Ou seja, assuntos periféricos passam a ter contundente relevância, desde que nos ajudem a propagandear que uma gestão “está se movimentando”, nem que seja numa partida de ludo.

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Pioneiro é visto vendendo pâncreas para pagar o MutPio.

A tentação de falar sobre espeques, barracas, bigodes de Baden-Powell continua grande. Mas ainda maior é a tentação de seguir o conselho de alguns leitores (os mesmos que estimulam a prática de preços como os que se abordarão neste artigo) e transformar o Café Mateiro numa espécie de “Sensacionalista” do escotismo. Ou melhor, numa espécie de “Surrealista”, porque as notícias que chegam sobre o escotismo brasileiro a este espaço já passaram, há tempos, do mínimo que se espera em cordura institucional.

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Sobre ameaças, isolamento institucional, páginas patrocinadas e mais.

Parece que estas páginas patrocinadas, que usam este patrocínio (sabe-se lá de quem) para propagar o decrépito discurso institucional, andam sensíveis. Não bastasse bloquearem aqueles que discordam de seus discursos, simplesmente se remoem por serem refutadas. Isto acontece quando decidem publicar algo com muitas certezas e poucas dúvidas. O básico da literatura escoteira, neste sentido, deveria ser o método maiêutico de Sócrates, e não o Escotismo para Rapazes.

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“O escotismo que eu quero…porque eu quero assim e pronto”

Palavra de escoteiro que responder conteúdos de outros portais por aqui não será uma constante. Até porque, assim como o Café Mateiro, é importante que existam outros canais sobre escotismo na internet além daqueles sabidamente associativos, mesmo que promovam uma apaixonada defesa institucional.

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