“Abraço da Dignidade”

bandeirasNão é um movimento do tipo Free Hugs e não esperem ser abraçados, porque o abraço é seletivo.

A UEB-SP está convocando dirigentes, escotistas, pioneiros, seniores, escoteiros e até lobinhos para participar de uma manifestação contra a corrupção junto a entidades com ampla base social (sic) como…Lions, Maçonaria e Rotary.

Ao contrário do que a nota afirma, a manifestação, que pretende defender o projeto “Corrupção Nunca Mais”, não é uma iniciativa popular, mas da própria maçonaria.
A partir daqui, é inevitável presumir que esta região também se manifestará contra a própria corrupção no escotismo;  contra privilégios dados a empresas de dirigentes na execução da marca; contra a indicação ilegal de representantes ao Comitê Mundial, contra o golpe perpetrado pela BSA na WOSM, contra regiões que impedem a participação de jovens, contra dirigentes que usam o site institucional para propaganda política ou, sem ir muito longe, contra a falta de divulgação de uma certa pesquisa que juravam existir. É que um movimento que pretende moralizar a sociedade, ser uma espécie de bastião da cidadania, provavelmente não será seletivo à hora de se manifestar contra a corrupção e começará por combatê-la dentro de suas próprias fileiras.

Aliás. O diretor-presidente dessa região, maçom como é, não deveria fazer lobby usando o meio escoteiro para promover ações de outras instituições que ele participa. O próprio ato de usar a influência de uma função para legislar em causa própria corrompe o movimento escoteiro.

marcha-UEBSP

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18 pensamentos sobre ““Abraço da Dignidade”

  1. ah! e então temos mais um adulto que NÃO nos representa. Temos que a Associação foi “aparelhada”. Pergunto eu..

  2. Senhores, deixo bem claro que não sou maçom! Também devo lembrar-lhes que a Região de São Paulo tem um convênio firmado com a Grande Loja do Estado de São Paulo, firmado por volta de 2008. Os membros do escotismo paulista ratificaram esta proposta na época, inclusive com evento na sede da Grande Loja, com a presença MACIÇA de representantes de grupos escoteiros da região de SP. E queiram ou não, o escotismo é considerado pela maçonaria como uma organização Para Maçônica. Isto é fato. Como se lê no evangelho: Quem não é contra nós, é a favor de nós… Concordo que devemos resolver e esclarecer os problemas listados no texto, concordo plenamente. Mas participar de um convite de uma entidade da qual temos convenio firmado, de uma entidade com os mesmos ideais filosóficos é salutar. O escotismo precisa começar a se posicionar perante a sociedade, como o faz na Europa , na Asia, nos EUA. Na Europa o escotismo é patrocinado pelas igreja católicas, por isto lá é forte o escotismo católico Vi isto na França, Itália, Portugal e Alemanha, vi de perto!O ESCOTISMO DE LÁ É TOTALMENTE ENGAJADO. Na Asia, entidades Budistas, Xintoístas, Messiânicos e outras irmandades apoiam o escotismo de seu países. Na Inglaterra temos as Kindred Lodges, são lojas maçônicas escoteiras e que apoiam seus grupos escoteiros locais. Por que cargas d’água o escotismo tupiniquim não pode se associar a uma instituição ? Principalmente a maçonaria que se diz ser de homens livres e de bons costumes? Eu gosto muito do Café Mateiro, concordo com 99,99% das críticas e debates que levanta. Concordo plenamente que as questões levantadas no texto deste post são esquisitas e devem ser corrigidas e combatidas. Só vejo como alvissareiro este engajamento do escotismo paulista com este movimento e com a maçonaria . Temos de resolver nossos problemas internos, mas não é por isso que não temos de nos posicionar junto à sociedade e irmanados com alguém que nos convide. Precisamos nos alinhar com as pessoas de bem, com quem luta pelo bem. Caro editor do Café Mateiro, não se esqueça de uma coisa, escotimo não é política, não é a UEB,e seus problemas com seu estatuto pouco democrático, as coisas erradas feitas pela administração nacional etc. Escotismo são os escoteiros e escoteiras, lobinhos e lobinhas, acampamentos, lei e promessa, boas ações, atividades de sede e de campo, fogo de conselho, é um modo de vida! Obrigado por quem teve paciência de ler, e obrigado por me permitir dar minha opinião.

    • Estas instituições merecem tanto respeito quanto o escotismo. Ninguém arriscaria a não reconhecer que as citadas acima têm contribuído para a expansão do movimento, albergando grupos escoteiros e tropas autônomas e financiando projetos baseados no método escoteiro. Ver defeito em uma parceria com uma Loja é o mesmo que ignorar nosso passado, onde tivemos importantes figuras como Benjamin Sodré, Grão Mestre no Brasil.
      Mas convenhamos: nenhuma dessas instituições tem base social como para pretender moralizar a sociedade e convocar uma manifestação apoiando-se na palavra “popular”, quando a iniciativa parte, isolada, de uma instituição privada. O escotismo deve estar onde atue uma maioria de jovens e trabalhadores, e não num círculo definido, por vezes fechado, em que muito mais que “contra a corrupção” se defende o próprio interesse. Acontece que nossa “manifestação inaugural”, onde vamos nos arriscar a convocar até lobinhos, parte de um lobby e uso de influência de uma função para legislar por uma instituição que, por coincidência, o diretor-presidente da região participa. O próprio ato é falho em termos de cidadania e exemplo.

      Se eu usasse uma eventual influência que pudesse ter como diretor-regional e convocasse os escoteiros para uma manifestação contrária à isenção de impostos para igrejas, os sres. me chamariam de quê? Provavelmente, diriam que corrompo a ideia de figura pública no meio escoteiro que sou para promover causa própria.
      E por mais que a UEB-SP diga que é uma manifestação “apartidária”, vamos lembrar que são entidades privadas, e entidades privadas têm donos e donos têm lados.
      Abraço.

      • Alfredo, a GLESP é a única Potência Maçônica que trata o Escotismo como entidade paramaçônicas. A definição de “entidades paramaçônicas”, por si, já faz cair está pretensão. A UEB e a Maçonaria são instituições distintas, sem subordinação e não preenche nenhum dos requisitos para tanto. Acho, aliás, pretensioso por parte da GLESP e de maçons à ela ligados está afirmação. Por outro lado basta uma simples leitura do link que citou para ver que o Escotismo não se enquadra no conceito.

      • concordo com a diplomacia com essas Lojas mas, jamais com a trajetória que elas procedem.
        essa mesma manifestação “apartidária” nasceu e cresceu golpista, fruto de um cinismo paramilitar que insiste em disputar nossas narrativas nesse século 21.
        vamos voltar a debater também o quanto BRANCO isso é? quem trabalha com a juventude periférica não sabe o que isso significa. eu não sei. loja? rotary? estamos falando a mesma coisa?
        por favor, para o “senhor de bem maçom”, me explique a normalidade dessa mesma juventude periférica estar jogada no mundão, ou a normalidade de uma favela, feita de madeirites mais baratas que esse novo uniforme de 160 pratas.
        todo respeito aos primos europeus engajados, na mesma igreja que fez nossos indígenas sangrarem aqui, mas essa não é a questão. ela seria:
        debandaremos feito 93 ou nos unimos pra reforma?

    • “E queiram ou não, o escotismo é considerado pela maçonaria como uma organização Para Maçônica”

      Sou maçom, bisneto, neto e filho de maçom e nunca soube que a Maçonaria considera o Escotismo como entidade “Paramaçônica”. As entidades paramaçônicas que eu conheço são aquelas que são patrocinadas e estão sobre a égide da Maçonaria, a constar:

      FRATERNIDADE FEMININA E CLUBE DAS ACÁCIAS
      ORDEM DA ESTRELA DO ORIENTE
      LOWTONS
      FILHAS DE JÓ
      ORDEM DEMOLAY
      AÇÃO PARAMAÇÔNICA JUVENIL
      ESCUDEIROS DA TÁVOLA REDONDA
      ORDEM INTERNACIONAL DO ARCO-ÍRIS
      BODES DO ASFALTO
      PELICANOS DO ASFALTO
      PLEDGES

      O fato de a Maçonaria apoiar o Escotismo, vez ou outra patrocinar eventos e atividades não faz da UEB uma entidade paramaçônica. Aliás, uma rápida pesquisa nos sites das Potências Regulares brasileiras corrobora meu entendimento. Com exceção da GLESP, nenhuma outra Potência lista o Escotismo desta forma.

      Perceba que no site da GLESP, fala em “acompanhar os trabalhos realizados pelas entidades paramaçônicas sob a égide da Grande Loja”, assim como “fazer cumprir a política administrativa e financeira sugerida pela Grande Loja, para essas entidades”, Filtrar os assuntos dessas entidades, quando encaminhados ao Grão Mestre e outras entidades da Glesp,

      Nunca soube que a GLESP tinha o poder de impor políticas administrativas e financeiras à UEB, seja em nível nacional ou regional. Também nunca soube que assuntos internos da UEB/SP eram encaminhados ao Grão Mestre desta Potência e que era uma “entidade da GLESP”.

      Não vejo problema algum da pareceria (não associação) do Escotismo com a Ordem Maçônica, no entanto é um erro de conceito afirmar que o ME é uma entidade paramacônica. O que não se pode é a vassalagem, mesmo pq, a quantidade de maçons no ME traz “de lá para cá” as mesmas problemáticas: vaidade, gana por poder, status, etc.

      Você citou as Lojas maçônicas do exterior e o trabalho junto ao Escotismo, também conheço bem como as coisa funcionam por lá, no entanto posso atestar que tanto o Escotismo como a Maçonaria no exterior, em especial na Europa, é muito diferente do que vemos por aqui. Não dá nem para começar a comparar.

      No mais, temos de parar com esta mania de colocar instituições como pedaços do paraíso na terra. A Maçonaria, há séculos, fez e faz muito pela humanidade, é formada, em sua maioria, de verdadeiros “Homens Livres e de Bons Costumes”, mas é uma entidade com muitos problemas, tantos que possui um Tribunal Maçônico e um Código Penal Maçônico. Da mesma forma as associações escoteiras.

      Ninguém é santo por ser escoteiro e/ou maçom. Na verdade, o que mais vejo são profanos de lenço e/ou avental por ai.

      Ah!, e por favor, aos que me lêem: já tenho muita “idade” e os faniquitos, chiliques, ameaças (diretas ou veladas) são dispensáveis. Como todos aqueles que não usam avental achando que participam de um clubinho para homens devem saber, ser “Livre e de Bons Costumes” compreende podermos, livre e abertamente, darmos nos opiniões, criticar e elogiar, inclusive a Ordem.

      • Bem Ricardo, sou escoteiro desde 1975, fiz minha promessa em 1976. O Escotismo sempre foi e será uma instituição paramaçônica. Parentes meus que migraram da Itália para a inglaterra, quando meu pai migrou para o Brasil são membros das Kindred Lodges, acho que você não conheceu esta instituição. Por favor olhe este link da GLESP – onde o escotismo está lá elencado. http://www.glesp.org.br/paramaconicas.html
        aliás, o escotismo é o primeiro da lista. Quando fiz minha promessa em 1976, meu chefe, maçom, assim nos ensinava . Todos os chefes do meu grupo eram homens livres e de bons costumes, inicialmente uma loja nos patrocinava. Nos anos 30, 40 e 50, o escotismo era conhecido como a MAÇONARIA MIRIM. Todo chefe com mais de 40 anos de escotismo sabe disso. Muitas de nossas cerimônias como a de chegada de um noviço na tropa, ERA EXATAMENTE IGUAL À ENTRADA DO NEÓFITO NA LOJA… Reproduzo aqui como se fazia na minha época: isso aconteceu em 1975, no grupo escoteiro Irapuã 189 SP, e acontecia todos os domingos pela manhã quando um noviço chegava: BASEADO NO ANTIGO MANUAL DE CERIMÔNIAS do G.E IRAPUÃ: O Monitor, segurando o noviço pelo braço, do lado de fora do porttão da sede bate o bastão no solo três vezes. O Guia da tropa olha para fora e pergunta: Quem vem lá? Quem está a chamar e atrapalhar nossas atividades? E o monitor responde: Apenas eu, monitor da Patrulha Touro, trazendo um jovem sedento que deseja beber da áqua do escotismo, e que deseja aprender nossas leis e a praticar boas ações… etc etc etc.
        Houveram muitos fatores que fizeram o escotismo no Brasil se afastar da maçonaria, lá pelo final dos anos 70, mas esta explicação deixo para os chefes mais velhos e tarimbados que eu. Pena que poucos estão ainda conosco. Mas eles poderão lhe passar estas informações, se você desejar realmente se inteirar deste assunto. Por hora digo que , afirmar categóricamente que o escotimo nunca foi uma instituição paramaçônica é um grande engano seu.
        Respeito muito seus pontos de vista. Gosto muito de ler seus textos e até me divirto com eles, Espero em breve uma publicação sua pois sei que tem muito a nos ensinar. Mas ás vezes, como todos nós humanos, você se equivoca. Tenho a pretensão de lhe deixar aqui meu conselho: Mantenha seu espírito crítico, ele é notável; mas não seja tão ácido,. isto faz mal ao estômago. Cordiais abraço e aperto de canhota!

  3. Continuando, se seu pensamento estiver correto, todos nós somos grandes mentirosos quando falamos com nossas crianças, quando falamos com os pais de nossas crianças e quando falamos com os que nos apoiam ou patrocinam, pois, vivemos a dizer que o escotismo é um modo de vida , um sistema de educação para a vida que ajuda a formar um bom caráter… Na verdade, o escotismo é isto. Os problemas que o senhor aqui relata são dos ADMINISTRADORES de nossa associação. Acho que o Diretor regional, ao propor este evento, desejou apenas fazer ESCOTISMO e não política. Obrigado.

    • Alfredo, se semelhança entre rituais fossem prova de que o Escotismo é uma entidade paramaçônicas, devemos entender que até as ditas “Potências” espúrias são Maçonaria ou mesmo Thelema, Rosacrucianismo, Martinismo e outras tradições misticas-iniciáticas são paramaçônicas. Todas estas tradições, assim como o ritual do GE que citou, tem influências maçônicas e nem por isto são paramaçônicas. Exceto que alguém me mostre um decreto, de alguma Potência Maçônica, definindo o Escotismo como entidade paramaçônica e que me provém que a DEN e o CAN prestam contas ao Grão Mestre de alguma Potência, mantenho minha posição. E quanto as pessoas estarem equivocadas, concordo. É o seu caso quanto ao assunto, compreensível por não ser maçom. E aqueles que o são afirmarem isto se apresentar documentos oficiais maçônicos comprovando isto, peçam pela especulação. E quanto a minha acidez ele não tem feito mal ao meu estômago, mas incomodado muita gente. Meu problema é com doçura exagerada. Abraços

  4. Bom… deixando de lado a Maçonaria, penso que o escotismo não é o movimento correto para entrar em uma manifestação política. O escotismo é apartidário e dificilmente uma manifestação deste porte não seja partidária, ou tenha um cunho político formado por ideias contrárias a forma que o Brasil vem sendo conduzida por um partido no atual momento político do país. Devemos ensinar a política para nossos jovens, mas participar de atos políticos, seja com quem for, não é correto!

  5. 1- Acho que há um equivoco entre CONVOCAR como dito na matéria e CONVIDAR como é dito no CONVITE. Só isso já bastaria para os demais fatos.
    2- A Maçonaria é Civil como qualquer outra entidade elencada, não sendo militar nem poder público, é civil, logo, lei de iniciativa popular sim.
    3- Perdemos mais tempo buscando as desculpas para não atuar politicamente (política não é partidarismo) do que atuando ativamente na formação do jovem para que este participe da vida pública, princípio de origem da palavra política.

    Além de que na Democracia, o direito de crítica e resposta é livre e será respeitado desde que fundamentado e com personificação (caso até o qual podemos questionar o Blog por não assinar suas matérias).

    Veja não sou contra o que é dito aqui, apenas não podemos ser tendenciosos aos desejos individuais quando falamos de organização.

    • lferrarezi, tudo bem?

      “Não podemos ser tendenciosos aos desejos individuais quando falamos de organização”.
      Exatamente isto. Como este blog não é candidato e não atua em órgãos diretivos, assim como não cobra taxas regionais e não participa de equipes regionais (como é teu caso em relação à região de SP), não há desejos individuais senão aquele de estabelecer um texto noticioso de acordo com a atuação de uma figura pública, como o é o diretor-presidente da UEB-SP.

      Além dessa convocatória – porque se chama assim por mais perfumarias semânticas que queiramos discutir – cabe lembrar que esta mesma diretoria foi a que fez uma palestra sobre “escotismo como entidade paramaçônica”. Não sei se estes senhores ou você, um dos responsáveis pela relação institucional da UEB-SP, sabem o que é ser paramaçônico, mas dou um exemplo bem simples: é dirigir uma região escoteira sob filtragem de uma Grande Loja. Foi, também, a mesma diretoria que tem parentes envolvidos na confecção do vestuário e que, até o momento, não veicularam a pesquisa que afirmaram terem feito. Imagino que também se manifestarão nesse sentido no “Abraço da Dignidade”.

      E repito: estas entidades não têm base social. Para que uma iniciativa seja caracterizada como “popular” precisa de 1% de assinaturas do eleitorado nacional, algo que a maçonaria e as instituições elencadas, até o momento da publicação deste artigo, não têm. Vão conseguir? Sim. À base de seu corpo de adeptos e, agora, graças ao lobby do diretor-presidente da UEB-SP exercido no escotismo – e é aqui onde entra a notícia.

      Se o movimento brasileiro quisesse ter um mínimo de justiça com aquilo que diz pregar, escolheria uma manifestação em que atue uma maioria de jovens e trabalhadores, e não um ato de uma entidade privada que, muito mais que a preocupação contra “corrupção”, defende os próprios interesses.
      Isso quer dizer que o escotismo deve cortar relações com essas instituições e se eximir de reivindicações? Não. Isso quer dizer que quando se usa uma função para influenciar uma linha política dentro da associação ou promover uma confissão qualquer, o ato é tão corrupto como qualquer outro que se queira apontar.
      E outra vez: são entidades privadas, têm donos e donos têm lados. Dizer que é “apartidária” é de pouco rigor intelectual.

      Sobre a identificação, neste fetiche que dirigentes têm em atacar quem veicula uma notícia, você está ciente que escolheu um pseudônimo para se identificar, não é?

      • Olá “Café Mateiro”

        Gosto das suas colocações, pois argumenta, porém falta um pouco de conhecimento sobre alguns detalhes.

        1-) Não é semântica… convocação é a exigência de presença e convite é literalmente vai quem quer. Você foi? Eu não fui.

        2-) O projeto de lei surgiu da grande loja de Minas Gerais, algo que vc talvez não reconheça é que assim como o Escotismo, as lojas e as grandes administrações da maçonaria são como associações, sem fins lucrativos, caso tenha dúvida desse fato é meu convidado a conhecer a estrutura por dentro.

        3-) Sobre a identidade, não é fetiche, mas é algo que chancela uma idéia. Entendo quando diz não se promover, mas logo entendo que seja medo. Tem medo de sofrer alguma represália? A coragem é uma virtude do escoteiro, e ele não precisa se esconder para defender seu ideal ou colocar uma crítica. Hoje a coisa mais fácil na internet é agir desta forma, escondendo-se para criticar (mesmo que eu concordando com as suas críticas).

        Cuidado você pode estar exatamente fazendo aquilo que você mais critica…

        Parabéns pelo seu empenho.
        Quanto à mim, minha identidade é fácil eu me exponho.
        Não busco promoção ou cargo, apenas deixo claro que se querem reclamar, pedir ajuda, discordar, xingar ou elogiar sabem bem a quem se referir.

        Sempre Alerta!
        Luiz Alberto Abarca Ferrarezi

  6. É feio ameaçar blogueiros, Ferrarezi. Ademais, só vc não deve saber, em todo o universo escoteiro, quem escreve o Café Mateiro, né? Aliás, qual o nome do carteiro que entrega suas cartas?

  7. Pingback: Sobre a questão das escolas em São Paulo. | Café Mateiro

  8. Pingback: Quando a sua ideologia vale mais do que a minha. – Café Mateiro

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