UEB se posiciona sobre a questão LGBT.

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Em 1907, Baden-Powell levou alguns jovens para acampar e, a partir daqui, o escotismo começou a ganhar sua formatação.
O acampamento de Brownsea não foi apenas um lugar de instrução mateira, mas um encontro da diversidade. Pensada para o filho do operário e também ao jovem bem posicionado economicamente, a atividade em Brownsea começaria a nos mostrar que o mundo é melhor sem as diferenças.

E, assim, diversos países onde o escotismo está presente foram se adaptando às demandas da sociedade, abrindo-se às inciativas de inclusão para que ainda mais jovens e adultos pudessem usufruir do movimento e sua metodologia, independente de gênero, classe social, credo ou cultura.

Hoje, a União dos Escoteiros do Brasil dá um importante passo neste sentido. Junto ao posicionamento institucional contrário à redução da maioridade penal, a UEB abre suas portas ao público LGBT, condenando qualquer atitude que não seja pautada pelos princípios de tolerância e respeito à diversidade. Desta forma, a associação nacional avança em direção às políticas inclusivas, uma bandeira que nem sempre tremula dentro do escotismo brasileiro.

Parabéns ao Conselho de Administração Nacional, à Diretoria Executiva Nacional, mas principalmente ao Grupo de Trabalho, capitaneado por Altamiro Vilhena, pela persistência.

O posicionamento pode ser lido AQUI.

Escotismo para todos
Escotismo para todos

Um passo pra frente…e dois atrás

O perfil dos Mensageiros da Paz e o da UEB – “Escoteiros do Brasil” compartilharam um manifesto de combate à homofobia, de autoria do projeto Scouting for Equality. A iniciativa pretende condenar práticas homofóbicas e intolerantes, como as levadas a cabo pela Boy Scouts of America (BSA), que proíbe a presença de adultos homossexuais em suas fileiras.

Horas depois de divulgarem o texto, tanto a “Escoteiros do Brasil” como o “Mensageiros da Paz” deletaram a publicação de suas páginas. Corre-se a voz de que o conteúdo não era adequado porque ia de encontro a uma das parceiras da UEB – “Escoteiros do Brasil”, ou seja, a própria BSA dos Estados Unidos.
Este blog entrou em contato com a DEN para questionar a postura. A diretoria não se pronunciou.

Boy Scouts of America, assim seja

Este blog entende que não precisamos da benção desta organização americana para condenar a intolerância de qualquer ordem, seja ela da BSA ou de qualquer outra associação. Não há lógica que a UEB, por um lado, diga que condena atitudes que não sejam pautadas pelo respeito à diversidade e, por outro, se negue a condenar uma associação por considerá-la “parceira”. Parceira de que mesmo?

A BSA, associação fundamentalista que vive oportunamente de entidades religiosas, vem perdendo efetivo e patrocínio da iniciativa privada desde que sua política de não aceitação de homossexuais adultos foi colocada em prática.

Ademais, foi condenada, há não muito tempo, a divulgar documentos que comprovavam 30 anos de abusos a menores por parte de 1.200 de seus dirigentes e escotistas.
Em 2007, aplicou um golpe financeiro a WOSM (Organização Mundial do Movimento Escoteiro), conhecido como “Conspiração de Pattaya”, paralisando os fundos da World Sout Foundation para forçar a saída do então Secretário-geral, Eduardo Missoni. A WOSM cedeu e, anos mais tarde, escolheu o sr. Scott Teare, que não tinha maior currículo do que ter sido comissário internacional na BSA, para ocupar a o cargo máximo da Organização Mundial.

A parceira que a UEB – “Escoteiros do Brasil” pretende ter é uma entidade sectária, que não sofreu punição ou sequer reprimenda por parte da OMMS pelas décadas de acobertamento dos abusos, que se dedica a controlar a WOSM com chantagens financeiras, que se orgulha de sua política homofóbica e que vem perdendo patrocínio e inserção por sua gestão segregacionista.
E isso, de acordo com a própria pesquisa que culminou no posicionamento acima, é o que os associados brasileiros justamente não querem.

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50 pensamentos sobre “UEB se posiciona sobre a questão LGBT.

  1. É uma questão muito dificil e se não for bem discutida e pesquisada nas bases, certamente não será acolhida pela maioria à favor ou contra. Direitos, todos tem, adquiridos de várias formas e ninguém vai subterer-se a uma decisão de uma minoria, se não for bem explicada. Um exemplo foi a mudança dos uniformes, muita gente deixando o movimento pelo fato de não ter sido consultado. As vezes é preciso recuar p/ pegar um bom impulso e vencer o obstáculo. Se o Movimento tiver que encolher p/ manter certas normas fundamentais, que assim seja. O ME é uma escola de lideranças e, como sabem, nem todos podem ser lideres, como nem todos podem ser sócios do Paulistano, Pinheiros ou São Paulo. Temos o direito de lutar pelo que achamos correto, em pertencer a uma sociedade não descriminatória, mas que deseja conviver com seus pares. Não podemos nos vender por patrocínios ou a perda deles, mantenedoras, e outras formas de sustenção se, p/ isso, tivermos que abrir mão dos nossos princípiuos. Que, desta vez, o assunto seja exaustivamente conversado e decidido como sempre deve ser feito, quando há opiniões contrárias: pelo voto!
    Na sua morada, p/ conviver c/ sua familia, vc recebe quem deseja, embora não maltrate ou humilhe, aqueles que não foram convidados.
    Elmer.

    • Elmer,

      a UEB já se posicionou contra o preconceito aos homoafetivos.

      Como você sempre defende, somos disciplinados, portanto acatemos o posicionamento oficial e deixemos de lado esta homofobia que você demonstrou, mesmo fazendo tantos rodeios e floreios em seu comentário.

      Convivemos com homossexuais há anos no ME, inclusive alguns de grande renome e clara fama. Eu poderia citar o nome de, pelo menos, 10, que eu conheço e que são escotistas que fazem muito pelo ME.

      No mais, eu acho que seria mais honesto você e outros assumirem de vez que são homofóbicos e pararem de tratar este assunto como floreios e figuras de linguagem. Este tipo de coisa não engana ninguém.

      • Ótimo, Ricardo! Se não engana ninguém, consegui, mais uma vez, meus objetivos que sempre foram de não enganar ninguem! Tudo tem um limite, as coisas boas e ruins! Tenho minha posição formada e ainda não vi motivos p/ muddar de lado, o que pode acontecer se algo justificar tal mudança. Sou contra o preconceito infundado ou humilhante, mas defendo o direito de cada um, relacionar-se c/ e como desejar. Formar seu grupo de amigos c/ objetivos semelhantes e legais, inclusive pertencer a um Grupo Escoteiro que esteja dentro do que ele defende. Os direitos são de ambos os lados. Se for apenas de um lado, não seria legal.Não sou homofóbico e como vc tenho conhecidos homossexuais, (não são amigos e nem Escotistas – estes, não conheço nenhum em atividade) e aceito o que a UEB decidiu, pois evita a descriminação maldosa. Agora, obrigar, ela não obriga e nem pode fazê-lo.Um abração!
        Elmer

      • O posicionamento institucional sobre a questão LGBT foi discutido durante dois anos. Houve, também, uma pesquisa aberta na plataforma SIGUE, e os resultados podem ser vistos no blog do Altamiro Vilhena – que encabeçava o Grupo de Trabalho sobre o tema.

        O que acontece com este posicionamento? Que muitos (as) escotistas e escoteiros (as) já não precisam esconder sua homossexualidade ou temer uma represália institucional, como acontece na Boys Scouts of America (BSA). Segundo a nota, Escotistas que não aceitem homossexuais em seus grupos ou que não respeitem a diversidade são contrários aos princípios do Movimento Escoteiro.

    • Elmer,
      Nosso questionário, aberto pelo sigue, foi respondido por cerca de 15% de todos os associados adultos, com respostas de TODOS os estados brasileiros. Nosso índice de contrários foi de cerca de 3%. Assim é claro a vontade institucional. MAis de 50% são radicalmente a favor da grande divulgação do posicionamento, da clareza desta posição o quanto antes e do trabalho do tema do respeito a TODOS em todas as sessões, inclusive alcateias. Este assunto será incorporado em todos os níveis. Homofobia agora, além de crime, é passível de penalização pela nossa instituição.
      Já houve época que os comentários eram negativos em relação aos negros…
      SAPS!
      Altamiro

      • Elmer,

        Alto lá.

        Assim como eu uma pinoia.

        Eu tenho AMIGOS homossexuais, gente que convive com minha mãe, meus filhos, meus irmãos, frequentam minha casa. Não são meros conhecidos como no seu caso (e a sua homofobia explícita não deve permite que sejam seus amigos, né?).

        Quanto a homossexuais em atividade no ME, posso garantir que temos, ao menos, 3 amigos aqui de MG no Facebook nesta condição. Não citarei os nome por respeito à estas pessoas, mas pelas bandas de cá não é segredo nenhum para ninguém quem são homossexuais. É muita inocência sua (para não dizer má fé) acreditar que em meio a 80 mil associados todos seja heteros e cristãos, né? Acorda para a vida, Elmer… saia da primeira década do século XX e venha para o século XXI.

        Mesmo assim, fiquei curiosos sobre “pertencer a um Grupo Escoteiro que esteja dentro do que ele defende.” O que isto tem com a homossexualidade? Entendi… defende-se que a homossexualidade é errada, que todo homossexual é pedófilo (como você e outros retrógrados vivem sugerindo), então devemos aceitar a segregação nos GE’s por conta da mente fechada e preconceituosa de gente como você.

        Pois, sinceramente, prefiro conviver com homossexuais do que com pessoas que pregam segregacionismo, preconceito, misoginia. Tenho muitos amigos gays e lésbicas que são muito mais escoteiros em seu dia-a-dia do que muito semi-deus escotista cheio de cargos e medalhas.

        Mas eu ainda continuo defendendo que você e outros “grandes” do Escotismo que não perdem tempo em falar contra a presença de homossexuais em nossas fileiras (teve um ai que até andou compartilhando abaixo-assinado contra leis que criminalizava a homofobia) seriam mais honestos, mais escoteiros, que se ao invés de ficarem fingindo não ser homofóbicos e segregacionistas, declarassem abertamente estas posições. É coisa típica de gente honrada assumir seus defeitos, inclusive o preconceito.

  2. No posicionamento da UEB ão vi um posicionamento claramente dito, vi uma descrição de informações e não como a instituição se posiciona se colocado em relação ao assunto.
    Ja participei de varios cursos e nunca vi o tema ser abordada em algum deles como descrito no item 4. Especificadamente o tema que aborda Homoafetividade eu nunca vi ser abordado

    • Leandro, eu já trabalhei o tema dentro da temática de sexualidade em cursos avançados do Ramo Senior, no RJ. Bem, agora, a partir do nosso posicionamento, os assuntos deverão ser trabalhados pelas equipes nacionais de Programa e Adultos, para serem incorporados pouco a pouco no nosso dia a dia.
      SAPS!
      Altamiro

      • Se não muito me equivoco, o tema também é tratado no “Estudos de Casos”, livro que foi apresentado neste último Congresso.
        Entendo que, apesar desta iniciativa individual do Altamiro em abordar o assunto em um curso avançado, até o lançamento deste posicionamento a abordagem não fazia parte das pautas dos cursos de formação. E é aqui que entra o questionamento do colega Leandro. Mas imagino que a própria nota já o responde, contemplando no item 4 que o tema “faz” (na verdade, o verbo correto seria “fará”) parte do conteúdo desses cursos.

        Por outro lado, o posicionamento poderia ser um pouco mais incisivo, sim. Mas já é um avanço que a associação nacional afirme que a homofobia é contrária aos princípios do Movimento Escoteiro, prevendo medidas educativas aos que agem fora destes ditames.

  3. Parabéns pelo trabalho ao Altamiro e todos os Envolvidos e à UEB que finalmente está “saindo do armário”. Estamos em um momento no escotismo onde não podemos permitir haver um legado construídos por poucos preconceituosos, fundamentalistas e misóginos.

    O Escotismo pertence aos Jovens e se não evoluirmos perderemos inevitavelmente muitos mais membros. O Escotismo na Pátria Mãe de B.P. evolui aceitando homoafetivos e ateus a muito mais tempo e mostra que, fazendo um trabalho onde se aceitam as diferenças agrega-se em muito o material humano com pessoas extremamente capazes e de boa índole.

    Ser homoafetivo ou ateu não é rótulo de comportamento ético, pelo contrário, respeitamos MUITO MAIS as pessoas pelo que de fato elas são e pela maneira com que tratam uns aos outros.

    É mais do que o momento de dar um basta no segregacionismo e no fundamentalismo religioso dentro do Escotismo Brasileiro, tanto que a própria UEB já afirmou em seu site que:

    – O Escotismo não possui base cristã, e incentiva, desde sua fundação, em 1907, o desenvolvimento espiritual de seus jovens e adultos, encorajando-os a viver sua opção religiosa de forma plena, independente de qual seja sua crença.

    – A homofobia, bem como qualquer outro tipo de discriminação, é contrária aos princípios escoteiros de tolerância e respeito às diferentes formas de pensar,

    Ou seja iremos inevitavelmente aceitar Ateus no Movimento Escoteiro assim como hoje aceitamos abertamente homoafetivos, algo que ao meu ver veio muito tarde.

    Ao dizer que ” encorajando-os a viver sua opção religiosa de forma plena, independente de qual seja sua crença” inclui-se aí o “Humanismo-Secular” e o “ateísmo” que não são de forma alguma uma ausência de base moral e familiar e sim apenas uma ausência de crenças em divindades. Em contrapartida acreditamos na empatia, na família, seja ela qual for e no respeito ao próximo.

    Parabéns e sigamos em frente pois o Movimento Escoteiro Brasileiro parece enfim ter de fato “saído do armário”.

    • Fala-se muito em “direito” mas, as vezes, se esquecem que os “dois lados tem direitos”!
      Cada qual, na “sua” e devem ser respeitados. Essas atitudes, se não forem tomados os cuidados de não reconhecer apenas um lado, vão acabar forçando mais cisões, cada qual fazendo uma “associação” que atenda seus princípios. Não acredito que “forçar a barra” p/ impor condições, seja o caminho… Vai acabar tendo Grupos que optam por uma postura e a seguem camufladamente. Não são os pais “os donos do Grupo” através da Assembleia de Grupo? Então eles resolverão como proceder, respeitando todos os direitos, pois se não desejarem uma ou outra forma, apenas retiram os filhos. Aí, o perigo da cisão!
      Temos que ter cuidado p/ achar o caminho tranquilo, p/ que todos possam trilhar juntos.
      Abraços a todos!
      Elmer

      • A questão não se trata de “direito”, mesmo porque nem mencionamos esse termo. A questão se trata em “fazer o que é certo apenas pelo certo”, ou será que as religiões não ensinam isso? O certo acontece somente se você for católico, luterano, evangélico, presbiteriano, anglicano, mórmon ou de alguma religião/credo/crença? Ou o certo é baseado na empatia e em fazer o bem ao próximo?

        Se você é teísta ou ateu eu vou fazer aquilo que é eticamente correto. Consigo respeitar e partilhar o dia com pessoas de boa índole que são de diversos credos, porquê é tão difícil acontecer o inverso? A resposta é simples, são velhos hábitos.

        Porta sejam bem vindos os jovens que estão conseguindo mudar estes hábitos arcaicos e preconceituosos. Sejam bem vindas as pessoas que enxergam o seu semelhante por aquilo que fazem uns aos outros ao invés de julgar uma pessoas pelo seu credo. Sejam bem vindas as pessoas que trabalham com ética independentemente da orientação sexual.

        Sejam vem vindas as pessoas do Bem!!!

      • Desculpe, caro amigo. Creio que errei o lugar de deixar m/ opinião, fazendo crer que ela é resposta somente p/ o caso de ateus. Minha resposta foi generalizada, p/ todos os assuntos que estão em discussão.
        No caso das religioões, agora respondendo diretamente ao assunto. sou de opinião que não se deve mexer no texto da Promessa e da Lei Escoteira, pois é uma das poucas coisas que permaneceram intactas desde o inicio do Escotismo no Brasil.
        Sugiro que as minorias (s/ sentido pejorativo) sejam atendidas por um texto alternativo, que substituiria a palavra Deus, pelo nome da crença de cada um. Como as Promessas são feitas individualmente, uma a uma, não haveria problema, cada um prometendo à sua fé!
        Nos casos dos ateus, (desculpe novamente, mas eu pessoalmente não acredito que existam realmente) seria suprimido esse item, substituindo por outro que tenha significado p/ os ateus,por exemplo: ..cumprir meus deveres acatando as leis instituidas, ajudar o pró……..etc.
        Deve haver alguém que encontre um texto melhor, c/ certeza.
        Sendo assim, manteremos a Promessa da maioria e atenderíamos aos não cristãos e ateus.
        Respeito todas as religiões e concordo que, se forem bem praticadas, levarão à Deus. agora, não acreditando em Deus, não sei a onde levarão, referindo-se a parte espiritual.
        Espero que tenha conseguido colocar meu ponto de vista.
        Abraços
        Elmer

      • Concordo plenamente no que diz respeito a não tirar Deus da promessa pois essa nunca foi a nossa intenção. Concordamos também plenamente com o fato de poder haver uma promessa alternativa para ateus onde a palavra “Deus” pode ser substituída por algo como “minhas crenças” que já que o ateísmo etimologicamente trata-se de “careditar que não existem deuses”.

        Portanto eu “Juro pelo minha honra fazer o melhor possível para cumprir os meus deveres com as minhas crenças e a minha pátria e obedecer a lei escoteira” de forma alguma agride o escotismo ou a sua promessa que pode assim permanecer inalterada e portanto fiel á sua origem.

        Quanto ao lado espiritual há muitos livros escritos sobre a questão do ateísmo e espiritualidade. A própria TSA da Inglaterra que hoje aceita ateus preparou um material fantástico no âmbito da espiritualidade até porque na Inglaterra há uma variabilidade de credos e religiões muito maiores do que a nossa.

        Podemos agregar empatia, amor ao próximo, ética, trabalho voluntário e social no que tange a questão da espiritualidade.

        Antes de ser ateu fui cristão e sabemos muito bem que a espiritualidade vai muito além do culto a um deus específico. A espiritualidade abrange uma diversidade de atitudes que podem ser empregadas globalmente independentemente de religiões.

        E por fim acredito no escotismo e vejo boas pessoas além de jovens ateus que se escondem por medo de perder algo que está em seu sangue em seu coração e em sua alma (filosoficamente falando).

        Estamos no Movimento Escoteiro para Servir independentemente de quem seja. O ME Brasileiro necessita amadurecer e focar na universalidade para que ao invés de perder membros e nos dividirmos em várias associações que nós possamos simplesmente praticar escotismo puro e simples.

        É pena que muitos membros adultos não estejam no escotismo justamente por amor ao escotismo e sim por puro narcisismo e ganhos pessoais.

        Portanto Caro Elmer continuemos sempre no ideal de B.P.

        Sempre Alerta Para Servir!!!

      • Daqui a pouco o Elmer, como faz com ateus, sugere que homossexuais criem suas próprias associações e vão praticar escotismo longe das “famílias tradicionais”. E se pais começarem a tirar os filhos por preconceitos de orientação sexual e de gênero, que seja: o Escotismo não serve para gente preconceituosa, a partir do momento que prega IGUALDADE entre todos os seres humanos. É absolutamente imbecil falarmos que o Escotismo prega igualdade e segregar ateus, agnósticos e homossexuais. Que hipocrisia é esta?

  4. Ao Escoteiro ateu:
    Creio que conseguimos um denominador comum e, através do diálogo, avistarmos a luz no fundo do túnel, que nos levará ao sub campo do entendimento e ao Campo Escoteiro, c/ a mesma Promessa (em espírito) e a mesma Lei (em postura).
    Somente aqueles que amam o Escotismo e acreditam na sua força transformadora, procuram a consciliação através das palavras ditas s/ intenções capciosas e ofensas pessoais.
    Um grande abraço!
    Sempre Alerta para Servir!
    Elmer

  5. “Nos casos dos ateus, (desculpe novamente, mas eu pessoalmente não acredito que existam realmente) ”

    Muito prazer, Elmer:

    Ricardo “Ateu” Machado.

    Um cara que nunca rezou a nenhum deus para que o pai moribundo fosse curado, que a mãe com câncer fosse curada, que nunca clamou por nenhum deus em uma avião em pane (sim, ele já esteve em aeronaves em pane), que nunca pediu ajuda a nenhum deus quando em situações de perigo em que estava.

    Por outro lado, eu quem não acredita em religiosos que apesar de seguirem um tal de Jesus Cristo, que supostamente disse que não deveríamos fazer acepção de pessoas, que não deveríamos julgar, que andava com maltrapilhos, prostitutas e gente humilde, mostra preconceito contra homossexuais e ateus, além de ser misógino. Não consigo entender pessoas que dizem crer em um deus que pregou igualdade e união entre os seres humanos, agir exatamente ao contrário do que ele pregou.

  6. Bom dia Ricardo e demais companheirois! Que o sol possa nascer p/ todos nós!
    Não posso dizer o mesmo “muito prazer” porque ainda não tive esse prazer Tínha esperança de conhece-lo na Assembleia Nacional mas vc não foi. Confesso que aguardava c/ interesse as suas manifestações em plenário das centenas de assuntos que vc cobra via internet..
    Volto a repetir: respeito a opinião de todos, o que não significa concordar. Contudo não uso palavras ofensivas áqueles que emitem opiniões contrárias. Nunca disse que são “desonestos intelectuais” (e assemelhados)e outras palavras que possam ofender o interlocutor como não “coloco palavras ou pensamentos” na boca (ou no texto) de outros. (hábito do Ricardo). São atirudes que tiram a motivação de continuar a conversa, e, que, na minha modesta opinião, fazem c/ que todos saiam perdendo.
    Concordo plenamente que cada um defenda sua posição, “c/ unhas e dentes” porem mantendo o padrão p/ que sobressaia a opinião e não as qualidades atribuídas por suposições aos participantes.
    Simplesmente, eu acho que tudo na vida tem um limite e toda a regra tem sua exceção.
    Pela conversa c/ o “Escoteiro Ateu” (desculpe designa-lo assim, mas ainda não dclinou o nome) acredito que obtivemos um consenso e se dependêssemos de nós, já estaria resolvido,, kkkkkkk (quanta pretenção…). De qualquer maneira e, entre altos e baixos, o Movimento vai se acertando, sempre c/a oportunidade de corrigir os erros cometidos.
    Tenham todos uma excelente semana, c/ Cristo (ou aquele de sua fé), no coração!
    Elmer

  7. Meu querido chefe Elmer, como assim não conheces nenhum escotista homossexual em atividade? É por muito não querer ver o que há à sua volta ou por se negar a admitir o óbvio que se apresenta? Quer me parecer que suas observações e equívocos de posição sejam então balizados em muito pouca observação! Conheces-me há cerca de 30 anos e nunca se deu conta de que minha orientação é homoafetiva? Muito bem… e quando eu fazia o Curso Avançado, sob sua direção e que fui me queixar de eu estava endo insidiosamente assediado por outro cursante? Também não deu para perceber??? Ah, mas é mais cômodo não ver o que acontece no mundo, fingir que nada ocorre, e assim poder se acomodar numa posição de apologia purista. Dá licença, reveja o mundo e saiba que ele é bem diferente do quadro preto e branco que você pinta; há mesmo alguns tons de rosa.

    • Meu caro Publio! Estou realmente estarrecido c/ a sua declaração! Por tudo que é sagrado, nunca pensei isso de vc. Não me recordo desse acontecimento ocorrido no Curso, aliás, não me lembro de muita coisa daquele curso. De qualquer forma, o que falei estou certo, pois te conheci naquele curso e nunca mais nos vimos. Aquela visita em SP é que nos aproximou novamente. Sabia que vc e seu irmão estavam afastados do Movimento. Essa sequencia de fatos comprova que vc não quebra a regra, por dois motivos. Não mantinhamos contato e vc não estava mais no Escotismo Nunca me falaram nada sobre vc ou seu irmão, que tive oportunidade de conviver quando ele estava residindo aqui em SP Pelo que vc me contou pessoalmente, não estava em nenhum Grupo e que ainda tinha dúvidas se retornaria.
      É muito diificil eu colocar minha opinião, pois acaba ofendendo pessoas que não merecem. Simplesmente, vou repetir o que tenho dito: “Tudo na vida tem um limite” ! E acho que todo exagero deve ser reprimido, embora respeitado, pois cada um está na sua. Tenho meu exemplos (inclusive no meu Grupo) no qual acompanahei, e já foraam resolvidos, mas não vou coloca-los pois abriria novamente outra polêmica e, sinceramente, é muito cansativo.. Já colaborei c/ outros Escotista e em mais de um nível, ajudando resolver alguns casos, sempre orientado p/ se evitar os excessos.
      Um grande abraço e tenha uma ótima semana!
      Elmer

      • Entendi: você fala que não conhece nenhum.homoafetivo.ativo no Movimento, vem Publio Athayde que é um Escotista conhecido e com relevantes serviços ao ME, publicamente homoafetivo, que não se furtou a postar fotos com o namorado em Paris para quem quisesse ver, atualmente mais que ativo e respeitado no Movimento e, de novo, lá vem você com os malabarismos retóricos para não admitir que errou. Aliás, de novo, a sua homofobia se manifesta: estarrecido com Publio declarar aqui o que é público e notório para todos que o conhecem. Só aqui de MG ainda tem mais dois para estarrece-lo, Elmer. Mas tenho certeza que eles não virão aqui se declarar como fez Públio.

        Chefe Públio Athayde: meu respeito, minha admiração.

  8. Qualquer assunto que mexe c/ seu aprendizado, c/ aquilo que vc foi ensinado, durante 70 anos e que se refere a uma pessoa que vc não espera, pois segundo critérios, eu não percebi, é estarrecedor! Se é outro que contasse, eu não acreditaria, computando às intrigas e maldades. É mais ou menos por aí.. Sinto muito se deixa aborrecido, mas estou procurando corresponder a sua sinceridade.
    .

    • Não fiquei nada aborrecido. Você é sempre um cavalheiro, mesmo estarrecido. Eu também poderia ficar estarrecido que, em tantos anos de prática, você não tenha tido melhor observação do mundo à sua volta. Passe a prestar mais atenção às pessoas e menos aos dogmas, se me permite a audácia de um conselho – e talvez você passe a perceber que as pessoas podem ser melhores que os preconceitos arraigados sobre estereótipos. Pense que o que foi ensinado por 70 anos deve ter sido apenas aquilo que se ensinava há 70 anos – mas o mundo mudou! Pense que o fato de ser ensinado há 70 anos, por si, não significa que estava certo àquela época, mas que é consenso agora que é errado discriminar, que é prejudicial ao desenvolvimento das pessoas castrar-lhes a vida afetiva – tenha ela a orientação que tiver – que é nocivo emitir juízos apressados sobre pessoas com base em suas preferências – e não sobre seus comportamentos. Depois de observar essas coisas, observe a biografia de BP e especule sobre o casamento tardio dele, abra a mente e pense em um tenente general no século XIX se travestindo no palco para sua tropa… Antes de sacralizar dogmas, renove-se, admita que os erros históricos podem ser revistos, que as cicatrizes de uma educação preconceituosa, eivada de falsos valores pode ser superada pela aceitação do outro como ele é – e pela aceitação do outro junto de si – admitindo que a própria consistência da alteridade é fundada na diferença e que as pessoas se aglutinam em grupo pela similaridade de propósitos e não pelos coágulos de preconceitos étnicos, socioeconômicos, afetivos ou de coloração política. Aprenda que estamos todos dispostos a esquecer seus erros, assim que você for capaz de superá-los, ou de invocar o Estado e a Lei se esses erros ultrapassaram as barreiras que são impostas. Discriminar pessoas é crime, seja lá qual for o tipo de discriminação. Discriminar significa negar-lhes acesso a seja lá o que for. E fazer apologia de discriminação é crime, da mesma forma: seja essa apologia explícita ou implícita, clara ou velada, expressa como verdade ou como apresentada como valor de outrora, como fundamentada em religião ou em idade provecta.

      • Bravo, bravo, BRAVÍSSIMO.

        Ele também não deve ter se atentado, preclaro Públio que, além de homoafetivo, és publicamente ateu.

        No mais, sua resposta é uma ode contra o preconceito.

    • Fiquei curioso: segundo quais critérios? O Públio precisaria ser caricato, pedófilo, levantar bandeirinha para você perceber?

      Mas como é HOMEM honrado, grande e conhecido colaborador no ME, escotista sem máculas, pessoa culta, então sai do estereótipo de “homossexual” que você tem e isto o estarrece?

      E agora, Elmer? Vai pedir a saída de Publio Athayde do Movimento Escoteiro, baseado na sua teoria homofóbica de que o ME “não se presta a ter em suas fileiras gente com este tipo de desvio de comportamento”? Vai declarar que um HOMEM e ESCOTISTA como Públio Athayde é um “mau exemplo de conduta e coloca em risco os jovens” como sempre declarou na FDL?

  9. Bom dia, meus caros companheiros! Que o sol possa nascer p/ todos nós!
    Não queria entrar nesssa conversa, pois é muito desgastante e sempre chega alguem c/ ofensas, àqueles que naõ concordam. Mas, vamos tentar comentar mais um pouco, antes que tal fato aconteça. Agimos conforme são as regras que fomos criados e em vigor naquele momento.. Notem que muita coisa que era errado ou certo, em um passado não distante, agora não mais. Sem contar aquelas que eram certas, passaram a erradas e agora voltaram ao início… O mundo muda, não só os uniformes.
    Ninguém notou o que eu disse desde o início: “Tudo tem um limite”! Ou leem rapidamente, ou a vontade de fazer prevalecer a própria ideia, a frase passe despercebida.
    Consultei varias pessoas notadamente à favor da homoafetividade, citando os exemplos que vivi e todos, por unanimidade, concordaram c/ a frase.
    Após assimilar a postura do Públio e analisando c/ os os usos e costumes de agora (notem: de agora) ele estaria dentro do limite. (É muito dificil expresssar no papel, pois pode ser entendido errado, como acontece as vezes).
    Existem gays que desejam ser mais do que as mulheres. São espalhafatosas, andam vestidas de mulher c/ gestos e palavreados improprios,.
    Quanto a postura de um chefe de tropa, orientador de jovens, a postura descrita acima, não seria adequada, dentro do que sempre aprendemos e ensinamos em cursosm no que tange ao assunto “O perfil do chefe educador”. Isso, todos concodaram, Outros limites acho melhor não coloca-los, pois aplica-se a qualquer chefe escoteiro, de qualquer orientação sexual.
    Então, volto a repetir a frase que vcs não perceberam: “Tudo tem um limite”!
    Por que todos estão à favor de não se aceitar, ou desligar de um Grupo, indivíduos pedófilos e traficantes? Por que esses, reconhecidos por todos, romperam o limiite!
    Agora, meu caro Ricardo eu não percebi nada do Publio e vc não pode duvidar do que eu afirmo. Ele mesmo deve ter percebido isso. Não vivo “caçando bruxas” e nem a procura, p/ desliga-los do Escotismo. Como sempre digo: Quem “manda” no Grupo são os pais, através da Assembleia de Grupo. Se eles aceitam um chefe (generalizando) p/ orientar seus filhos, é porque ele satisfaz as expectativas. Não iria eu, meter o bedelho.
    E outra coisa mais importante ainda: não estamos aqui julgando o Públio, mesmo porque não temos esse direito. Tanto é que, ele foi meu aluno no curso avançado que dirigi em Belo Horizonte, e eu o aprovei. E mantemos (apesar de incubada durante anos) amizade até hoje, e, se não houver inconveniente p/ ele, por conhecer a minha linha de pensamento, vamos continuar da mesma forma. Nada mudará no relacionamento.. E mais: Nunca coloquei em dúvida as qualidades dele que vc tão bem declinou, fazendo parecer que duvidei delas. Até poderia citar mais algumas, mas iria contra a modéstia de seu temperamento. Da forma que vc terminou seu texto parece que o estou perseguindo e armando um plano p/ crema-lo vivo. Apenas continuo pensando que existe um limite e respeitando a posiçaõ dele.
    Abraços à todos!
    Elmer

    • Entendi: o limite é o homossexual não ser espalhafatoso e afeminado. Estes não merecem nosso respeito por “passarem do limite”? E quem determinou este limite?

      E quanto a não perceber nada:

      Por Tutatis!!! Públio fez um registro belíssimo da viagem que fez com o namorado à Paris.

      O final do meu comentário só reproduz palavras suas.

      Mas… E agora?!?

      O que sugere que a UEB faça com o Públio? Vai apoiar o desligamento dele do ME, como sempre sugeriu que fizesse com homossexuais?

      • Um breve correção, melhor, uma atualização: somos casados! Quem desejar, pode também ver fotos de nossos passeios por diversas outras cidades e da vida em comum; tudo isso é público (os registros cartoriais são públicos!) e está também declarado no Fecebook de ambos! Em breve comemoraremos o oitavo aniversário de nossa relação!

    • “Existem gays que desejam ser mais do que as mulheres. São espalhafatosas, andam vestidas de mulher c/ gestos e palavreados improprios,.
      Quanto a postura de um chefe de tropa, orientador de jovens, a postura descrita acima, não seria adequada, dentro do que sempre aprendemos e ensinamos em cursosm no que tange ao assunto “O perfil do chefe educador”.”

      Acho que todo o meu investimento de tempo dedicando-me às leituras de literaturas escoteiras devem ter sido totalmente em vão… Só assim pra entender esta sua frase, Elmer, não tenho outra explicação.
      Onde, no “perfil básico do adulto que necessitamos” enquadra-se uma linha sequer de seu pensamento? Eu respondo: EM LUGAR NENHUM.

      Não queira deturpar nossas legislações e filosofias a fim de adequá-las ao que lhe interessa. Tenha hombridade de manter-se com sua postura discriminatória sem tentar manipular nada a seu favor.

      Claramente entendemos que a postura que tem hoje é reflexo nítido da criação que teve quando jovem mas nem isso justifica sua homofobia e preconceito descarado.

      Agora, quanto à sua outra afirmação “Por que todos estão à favor de não se aceitar, ou desligar de um Grupo, indivíduos pedófilos e traficantes? Por que esses, reconhecidos por todos, romperam o limiite!” é simples: o limite que estes ultrapassaram é um “limite LEGAL”, que contraria leis, o que nem de longe acontece no caso do posicionamento da UEB.
      Aliás, ocorre justamente o contrário, Elmer: você, posicionando-se (veladamente) homofóbico, é que deveria ser digno de medida disciplinar por parte da Associação Escoteira Nacional.

      Dignidade, Elmer, por favor. E menos lenga-lenga.

  10. Ricardo, já estou cansado desse debate. Vc não entende ou se faz de desentendido, colocando que eu disse coisas que naõ disse. Sempre afirmei que todos merecem respeito, mais há limites p/ todas as coisa na vida. Não sou obrigado a ter em meu relacionamento todo mundo. É um direito escolher seus amigos. Vc pode respeitar alguem ou alguma instituição e não conviver. Te dou como exemplo a Maçonaria, que eu respeito muito, mas não sou Maçon e respeitosamente já recusei o honroso convite mais de uma vez, da Maçonaria, do Rotary e do Lyons, entidades que dispensam qualquer apresentação, e funcionam c/ seus membros convidados. Há limites en tudo na vida. Até p/ funcionário publoico existe limites, de conhecimento, de saúde, de atestados da polícia. Já sei: vc vai distorcer tudo o que quero dizer, entendendo da forma que mais llhe interessar. É sempre assim.
    Nada tenho c/ o Públio (a não ser sua amizade – se é que vc não a derrubou pelo lado dele) e muito menos a UEB me faria tal consulta.. Eles devem saber o que fazem.
    Tbém não é como o Nunes entendeu que todos podem entrar p/ o Escotismo, mesmo pedófilos e traficantes. Tem qiue aceitar e pronto. senão é crime. Não é bem assim.
    Uma coisa é uma coisa. Outra coisa……
    Se não entender essa, eu desisto. Por culpa minha, não consigo fazer entender.
    Então, não há porque continuar.
    Os abraços (não sei porque, no Facebook, as vezes, quando digito “abraços” sai o nome do Livio, que nada tem c/ isso) continuam válidos.
    Elmer

    • Elmer, onde o Nunes defendeu a entrada de traficantes e pedófilos?

      O seu problema é este: para evitar se comprometer publicamente com sua posição homofóbica, tergiversa e ainda que se fazer de vítima.

      Já perguntamos exaustivamente qual é o tal limite e você desconversou. Mas eu sei qual é: um homossexual discreto, sem afetações, que não seja trans ou deixa claro pelo modo de agir sua condição.

      Repito: seria mais bonito e honesto de sua parte ligar o CAPS e declarar que é homofóbico, ao invés de ficar escondendo isto entrelinhas neste seu discurso sofismatico.

    • Vou repetir a pergunta do Ricardo:

      Elmer, onde o Nunes (eu, no caso) defendeu a entrada de traficantes e pedófilos?

      Se é pra começar a caçar bruxas comecemos por você, Elmer, que assina como “DCIM” e até hoje carrega 04 contas no Colar de Gilwell mesmo tendo sido exonerado do cargo há anos, configurando, assim, falsidade ideológica de sua parte.

      Meça suas palavras, parça.

  11. Muito bonito Públio! Vc se sentindo bem e estando feliz e tranquilo, é o que te interessa, penso eu. Vc sabe o que fazer da sua vida e as decisões são suas, certas ou erradas. É o responsável pelas consequências e sabia a “barra” que teria que suportar. Simplesmente, ninguem tem nada c/ isso. Siga sua vida e seja feliz é o que no fundo mais interessa.
    Continuo como sempre, à disposição, mantendo contato, se ainda vc desejar, Se não, entenderei e, da mesma forma, continuo desejando que seja feliz!
    Elmer

  12. Respeito sua opinião, Ricardo, embora totalmente errada. E pode deixar que o Nunes sabe defender-se caso se sinta ofendido. Somos amigos há muitos anos e do mesmo Distrito, c/ uma certa convivência.
    Aquele que entendeu que a UEB determinou que todos devem ser aceitos, automaticamente agrega pedófilos e traficantes, extendendo o limite ao infinito.
    E não é esse o espirito da lei. Tudo na vida há um limite!
    Um bom dia à todos!
    Elmer

    • Continua a desonestidade Intelectual, Elmer. Você continua com a falácia do espantalho ao invés de assumir sua postura homofóbica. Sugerir que o documento sobre HOMOAFETIVOS dá azo a se entender que até pedófilos (que você insiste em relacionar com homossexuais) e traficantes devem ser aceitos já passa a ser não uma atitude desonesta intelectualmente, mas simples e pura má fé.

      Quanto a defender o Nunes, não o fiz e também somos amigos. Você é tão elitista que acha que por se conhecerem a mais tempo e serem do mesmo Distrito, são mais amigos?

      Vamo lá, Elmer, seja honesto consigo mesmo e com a comunidade escoteira e assuma sua homofobia ao invés de ficar com sofismas.

      • Não dá mais p/ conversar c/ vc. não sei mais como fazê-lo entender, então só pode ser má fé de sua parte, tornando-se redundande. Não falo mais no assunto c/ vc.
        Aguardaremos pelo seu crescimento.
        Tenha uma vida feliz!
        Elmer

  13. Não, Elmer.

    Acho que quem precisa crescer e começar a demonstrar publicamente que faz jus a este tanto de medalhas, vídeos de governador exaltando suas qualidades, é você. Mas eu não sei se você ainda terá tempo para crescer visto a idade avançada, mas realmente faço votos que ainda tenha mais 100 anos de vida para mudar primeiro esta sua postura preconceituosa, misógina, segregacionista. E, segundo, que possa ser mais honesto intelectualmente quando resolver entrar em uma debate.

    Reafirmo que seria muito mais honesto, mais justo, que você ao invés de ficar se fazendo de vítima no debate, com tantos sofismas, tantas falácias, simplesmente assumisse sua homofobia. Mais honesto seria deixar de se referir a “pedófilos” e escancarar, como fez várias vezes na FDL, que a relação entre estes seres abjetos (pedófilos) e homoafetivos é uma regra.

    Se há má-fé neste debate é de sua parte, que ao se deparar (estarrecido, diga-se de passagem) com um Escotista de clara fama, de relevantes serviços prestados ao Movimento Escoteiro, que publicamente se declarou homoafetivo, passa a ter postura diversa daquela que por anos o vi, juntos com outros “grandes” da UEB declarar sobre homossexuais que seriam pessoas INDIGNAS a servirem ao Escotismo, que não deveriam ser aceitas em nosso meio.

    Então aparece Públio Athayde e o estarrece: sou homoafetivo, casado há 8 anos com outro homem. Então, como nada tem contra a pessoa deste Escotista, sobre o qual nunca ouviu falar sobre sua orientação homoafetiva, do qual só tem as melhores referências, tomou um murro na cara de seu próprio preconceito.

    E agora? Públio Athayde é homoafetivo, um Escotista da mais alta escol, se mantém ativo há anos, nunca foi alvo de nenhuma queixa de comportamento inadequado com algum jovem (ou adulto), está à frente de uma tropa em um GE de Minas Gerais.

    E agora, José? E agora, Elmer?

    Onde enfiar seu preconceito burro, seu arquétipo do “homossexual pedófilo”, da pessoa indigna em estar em meio a um instituição familiar como é o Escotismo? Resta-lhe dizer, hipocritamente, que o que vale é a felicidade dele, ele esta bem? Esquece-se de suas posições claramente homofóbicas na FDL e no Facebook?

    A sua posição agora é do “limite”. E o limite é o homossexual que “não dá pinta”, que não se traveste, que não “desmunheca”, que não fala fino ou faz mudança de sexo, né? O seu limite para aceitarmos homossexuais no ME é que ele se porte de forma “discreta” e que, aos olhos dos demais, se passe por heterossexual.

    Com o seu crescimento, Elmer, espero que deixe de se escudar pode detrás da “Família”, do argumento imbecil de “são os país que escolhem”, que largue de lado a COVARDIA de assumir sua homofobia, sua misoginia, seu espírito de segregação e cisão. Que os ateus fundem sua própria associação, que os homoafetivos fundem sua própria associação, que os descontentes com a INCOMPETÊNCIA da atual diretoria nacional fundem sua própria associação.

    Vamos, meu preclaro Elmer, esperar pelo meu crescimento.

    Mas, ardorosamente, esperemos também pelo seu e assim você deixe de ser tão retrógrado, tão desonesto intelectualmente e, por fim, aprenda a assumir suas convicções, por mais politicamente incorretas que elas sejam. Enfim, esperemos que com o seu crescimento você se torne um Homem mais digno ainda de tantas medalhas e menções.

      • Realmente é risível.

        Você esquece que o que se escreve na internet fica para sempre. Ainda tenho algumas dezenas de emails seus com a clara e inequívoca posição de que homossexuais não deveriam ser aceitos em nosso meio.

        Mas bom que, pelo que parece, com o “toco” que tomou do Públio, você, mesmo que hipocritamente, mudou de posição.

        Crescimento, Elmer… crescimento.

    • Rafael, vc não sabe de nada…. Cada qual sabe (ou pensa saber) do seu Grupo. Como já disse, tudo tem um limite.. No meu Grupo teve um chefe sênior que fez um Acampamento em Ribeirão Pires, de 5 dias de sexo. Quando os pais soberam, por um dos garotos que acabou vazando, quase fechou o Grupo. Só ficaram aqueles que não foram no acampamento. O chefe sumiu e nunca mais o vimos…
      Cada um sabe a onde aperta o sapato. Por isso, tudo tem limite. Os outros dois que vc se refere, não foi conosco. Mas, todos nós conhecemos alguns outros casosl
      Abraços
      Elmer

      • Repito: sei de casos em seu próprio GE. Poderia comentar um com detalhes, nome e sobrenome. E você sabe de qual estou falando, não se faça de desentendido.

      • Nunes, Elmer já esta evoluindo: recebeu um escotista assumidamente homoafetivo ek seu GE e até tirou foto com ele sem fazer careta. Pasme:postou no Facebook. Já deve ter se convencido de que as pessoas são diferentes e nem todo escotista homoafetivo faz acampamentos de 5 dias de sexo como relatou. Uma hora ele se livra da homofobia gritante. I HAVE A DREAM.

  14. Digo assim:
    Se você é fumante, fume longe da garotada e inclusive dos chefes que não fumam.
    Pois precisamos manter o bom exemplo, para que sejam seguidos, pelos jovens.
    O fato de ser fumante jamais te fará menos escoteiro, desde que seu princípio seja nobre,enquadrando ao de BP.

  15. Muito interessante a discussão. Não há necessidade de ser um letrado, tampouco um profissional da área da filosofia, da psicologia ou das relações humanas para conseguir chegar a uma boa conclusão, talvez comum a ambos os posicionamentos no que diz respeito a questão LGTB (desde já assumo que pode ser apenas pretensão minha, pensar que possa entender a complexa mente humana, uma vez que sequer tenho formação nesta área do conhecimento).
    Antes, porém, gostaria de dizer que não me surpreende, mas me agrada o bom nível das manifestações, mesmo que com algumas “cutucadas” e “alfinetadas”, ficaram bastante restritas às ideias e percebe-se a busca pelo respeito mútuo, afinal todos tem uma imagem a preservar, que aliás não são as suas próprias, mas a do maior Movimento de jovens do mundo, daí a razão de eu não ficar surpreso até mesmo por não ter descambado a um infausto desfecho.
    O que humildemente considero uma “boa conclusão” deste profícuo debate:

    As “pessoas” querem e devem ser respeitadas, mas as “pessoas” também tem que respeitar as demais; e principalmente, as “pessoas” precisam conquistar o respeito e as “pessoas” precisam de oportunidades para demonstrar que são dignas de respeito (isto é honra). Quando se trata de direitos e deveres, de postura, de conduta, de comportamento, etc… estes se referem às “pessoas”, nada mais a mencionar, somente “PESSOAS”. Logo, em se tratando do Escotismo, quais são os critérios (deveres, procedimentos, etc…) cobrado dos(as) Dirigentes, Escoteiros(as) e Escotistas? E a questão LGTB? (Não há necessidade desta abordagem, pois a resposta deverá ser a mesma da primeira pergunta).
    Eu não pretendia apontar nomes, mas para citar o “limite” tenho que citar o companheiro de Irmandade Escoteira, Elmer, este “limite” meus caros, se bem pude entender não pode ser e não é outro senão o “limite” para quaisquer “pessoas” que queiram fazer parte do ME.
    Admito que abordei o tema de forma simplória, mas me parece que todos os caminhos levam a um entendimento singelo.

    Fraterno abraço,
    Madeira

  16. O Escoteiro Ateu disse em 21/05/2015 às 16h53:
    “Quanto ao lado espiritual há muitos livros escritos sobre a questão do ateísmo e espiritualidade. A própria TSA da Inglaterra que hoje aceita ateus preparou um material fantástico no âmbito da espiritualidade …”
    Por favor, forneça o nome do livro e onde encontrá-lo, acho seria interessante sua tradução para português.

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