Imagens do novo traje escoteiro.

Esperava-se que a apresentação do novo traje fosse feita no Jamboree 2012, o que não ocorreu.
Se você deseja saber mais sobre este assunto, que tem invadido redes sociais, listas de discussão e sites não oficiais, clique aqui.

As imagens abaixo, que circularam entre alguns escotistas, correspondem à coordenação de cores* e cortes para o novo traje feminino. O masculino terá o mesmo padrão, com o corte diferente.

Vale lembrar que os adultos usarão um traje diferente; que os uniformes das modalidades serão mantidos e que este novo traje substituirá o atual azul mescla. Todos estes pontos tratados aqui e aqui.

As imagens:

*Dentre as cores apresentadas, a informação que nos traz o leitor Nonato é que a escolhida é a azul para todos os ramos.

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32 thoughts on “Imagens do novo traje escoteiro.

  1. A informação oficial é: A cor da camisa será Azul (de Lobinho a Pioneiro) e Verde para Chefes. E Corrigindo: os uniformes das modalidades NÃO serão mantidos. Esta vestimenta substituirá o atual traje e não o Uniforme (Ainda), mas a UEB pretende no futuro substituir também o uniforme pela nova vestimenta.l mescla. Existe um estudo também para a saia. Outro modelos é mera especulação.

  2. Recentemente tivemos uma reunião de chefes no Grupo o qual pertenço e nos foi apresentado por um Membro do CAN um material oficial sobre a nova Vestimenta.
    Falou-se do estudo e de como se chegou à conclusão da substituição do Uniforme Escoteiro.
    Dentre vários motivos que este estudo levantou para a mudança do uniforme, foi que o jovem “sente vergonha” de usar o Uniforme (principalmente a Bermuda) em público.

    Nesta apresentação foi mostrado uma única imagem que seria a vestimenta oficial (no caso do apresentado neste site “Café Mateiro” seria a segunda imagem da segunda fileira denominado “fnovotraje12”).

    Foi esclarecido que apesar de não constar na imagem o CAN solicitou que fosse preparado uma proposta para a saia, com objetivo a questões religiosas.

    Foi falado que a princípio somente o traje será substituído, mas que é intenção da UEB substituir no futuro também o Uniforme. E que não existe diferenciação do Uniforme entrea as modalidades, haja visto o pequeno número de grupos de outras modalidades que não seja a Básica.

    A cor da camisa seria azul de lobinho a pioneiro e verde para escotista, com uma variação para o modelo feminino e uma versão de camisa pólo.

    Não foi apresenta nada sobre cinto, cobertura ou calçado (que devem ser como no traje, de qualquer tipo)

    Concordo que o Vestuário é legal e moderno, mas até quando? A moda muda constantemente. Será que isso significa que no futuro a UEB fará nova mudança no vestuário para atender à moda? É esperar para ver!!! Mas uma coisa é certa: como fizeram com o traje, a partir de agora em todos os manuais a publicações teremos imagens do novo Vestuário e mais uma vez o Uniforme será deixado de lado.

    Só uma observação: o CAN aprovou o novo vestuário apenas vendo um modelo piloto, isso é, eles não viram ainda o vestuário pronto ou com alguém vestindo-o. (Hem????).

    • Como você bem aponta, se de moda se tratasse, teríamos um traje para cada estação do ano. E se levássemos em consideração as realidades climáticas e culturais do país, teríamos outros tantos.
      À margem das cores e do corte, talvez esse não seja o melhor momento para outra aventura de atualizações. As que precederam essa (leia-se: especialidades, programa, traje azul mescla, inclusão da nova marca etc) não trouxeram resultado algum à associação e, pior, renderam um desgaste institucional desnecessário, que poderia ser evitado se o assunto tivesse sido tratado com mais transparência – como não está sendo o caso.

      Nonato, grato por sua participação e pelos dados trazidos.

  3. Os trajes da B.S.A. (por modalidade) são padrões bem aceitos e que atendem bem à caracterização do escoteiro nos EEUU bem como à boa imagem da instituição perante o público. Aqui no Brasil tá uma bagunça danada. Nada de “padrão”. Nada de tradição. Parabéns pela discussão sobre o assunto. Minha contribuição: Proponho que se faça uma pesquisa de opinião dentre jovens do Brasil (“SE VOCÊ FOSSE ESCOTEIRO QUAL O TRAJE QUE GOSTARIA DE UTILIZAR” – apresentando-se modelos já consagrados pelo mundo e os modernos trajes propostos). De fato, é o uniforme que distingue o escotismo das demais atividades e movimentos análogos, e a imagem é fator decisivo para o orgulho dos membros e a adesão de novos jovens. Que haja também um padrão nacional por modalidade.

  4. Nosso GE fica mais uma vez em um beco sem saída, estamos adiando algumas integrações em virtude desta mudança, drástica e desnecessária. Como as promessas nao secumpriram no jamboree decidimos optar pelo caqui, mas vejo agora q este tbm “tem” seus dias contados. Qto a confecção exclusiva, quero ver se tem alguém que nao vai receber um jovem ou um escotista pq o seu traje nao tem a “etiquetinha” do fabricante! O q realmente é preciso é pensar no jovem q é o ideal de BP. Concordo q bolsos cargo e calça-bermuda sao uma excelente opção e sao uma rápida e fácil mudança. Nao sei no GE de vcs, mas nossos pais já estão com os bolsos em esteria só de pensar no novo investimento. Enfim, solta a cobra gente, ou troca a lâmpada ou desce da escada.

    • Antes da cor e do corte, há toda uma ação ao redor dessa atualização que, infelizmente, não está sendo veiculada pela associação, deixando dúvidas no ar e gerando desgastes por intermédio dessas discussões. Um exemplo é o que comenta Trinca: não se sabe se os grupos que estão prestes a abrir devem investir no azul mescla ou esperar pelo novo, caso optem pelo traje. E se caso optem pelo cáqui, vale lembrar o que nos disse Nonato sobre a possível exclusão dos uniformes das modalidades.

  5. Excelente iniciativa , temos que ter um Uniforme, Traje, Vestuário que agrade a juventude , um traje apropriado para atividades aventureiras, os jovens do meu Grupo adoraram , alguns chefes não até pelo tradicionalismo .

    Mas a tradição não pode impedir de termos ujm traje bacana para o jovem .

    Muito legal a U.E.B está indo nos Grupos Escoteiros , como foi no do Ulisses, ter contratado profissionais foi super importante , e a pesquisa feita com os jovens no inicio do trabalho foi bem legal também .

    Na expectativa !!!!

  6. Acho como comenta o chefe Trinca, desnecessária, acho que essa mudanças, porque não pensarmos mais na formação de nossos jovens ao invés de assuntos que ao meu ver, e vi, neste jamboree, contemplam adultos.

  7. Nada oficial, ou seja, não acredito em nada antes da UEB se pronunciar… o problema é a demora. Quanto mais demoram, mais e mais gente se inquieta e fica praguejando contra algo que nem sabe se é ou não é! E muita gente de fora acaba vendo e ouvindo tais imprecações na rede… ponto negativo pra imagem do ME.

    • O modelo que o CAN vai escolher não é oficial, é verdade. Mas a substituição do atual traje por esse novo é, sim, oficial – e aqui já houve pronunciamento: “nós mudamos”.
      O assunto “traje”, até mesmo pela experiência anterior, deveria ter sido tratado com mais cautela, com um maior envolvimento do associado e com um pouco mais de transparência. Fica a experiência. Diz-se que aprendemos com os erros.

  8. Esta frase “nós aprendemos com os erros” pode não se aplicar devido ao alto turn over (rotação ) dos adultos. Tanto que “nós” nada aprendemos na troca anterior cujo período se quer encerrar.

  9. RuFoS, talvez sem querer, tira o foco da questão o qual foi a aparente homérica mentira aplicada sobre a pesquisa como sobre o teor da ata 68.
    Não importa a roupa que se vestirá ou qual nome lhe se atribuirá: farda, uniforme, traje, alem de imposta quiçá transformará um associação em um cartel?

  10. Um aparte ? Quando me refiro ao turn over dos adultos me refiro ao “baixo clero”, aquele que é chamado de imbecil por não levar os jovens ( a pagamento..) a um parque de diversões, aquele que é chamado de bobo por dirigir Unidades Escoteiras em risco social e que não têm $$ para derramar, na forma de dízimos, em atividades. Qualquer um mais afeito saberá que o “sancta sanctorum” só faz a dança das cadeiras.

  11. Sou escoteiro a30 anos e me indiguino quando começam a mudar o que este certo e não o que é problema
    Como valor de cursos para chefe valor da anuidade que nos faz perder as crianças para qualquer grupinho ou associação nova
    Ninguém faz nada voluntário no escalão superior quando agente banca um curso na cidade da gente e os chefes que vem ainda vem com tom de eu sou o bom, mas há quanto tempo não vão para a tropa ou falar com um pai de criança problema.
    Ou a UEB manda uma medalha (comprada) de agradecimento para alguém que esta há tempos trabalhando de voluntário
    SAPS

  12. Não sou a favor da alteração no uniforme, o argumento(os escoteiros ficam com vergonha) é muito pequeno, comparado ao garbo de que um escoteiro é capaz de ter ao saber que aquele uniforme é centenário. É desmotivante o empenho neste assunto, justo onde temos prioridades a exemplo melhorar o acesso a cursos de chefes para escotistas.

  13. Saps para todos….
    Como o nome ja diz “UNIFORME”, na minha opinião nem deveria ter o tal do traje, pois além de ser feio por causa da questão de cada um ir com um jenas diferente, torna-se mais um meio para se ganhar dinheiro. Independente do local que se pratica escoteiro no Brasil, todos deveriam usar o verdadeiro que é o Uniforme Cáqui…
    J

  14. A UEB ESTA CERTA EM PADRONIZAR O ” UNIFORME ” NOVAMENTE POIS O TAL TRAJE É RIDICULO E NÃO AGRADOU A RAPEIZE,SOBRE A BERMUDA DISCORDO POIS HOJE TODO MUNDO USA BERMUDA ATÉ NA BALADA,???.

    SOU DO MAR E É UM UNIFORME O CAQUI É UM UNIFORME,SOBRE A BERMUDA SAIS É MUITO CONVENCIONAL DA LIBERDADE E PROTEGE O PUDOR.

    O QUE DE FATO PRECISA É A UEB FISCALIZAR ESSAS REGIONAIS E COMISSÕES PARA VER SE CORRIGEM OS DONOS DE GRUPOS OU ASSOCIAÇÕES QUE USAM NOSSA CREDEBILIDADE PARA OUTRAS MISSÕES.

    SAPS.

  15. quando eles tiverem grupo escoteiro em area carente eles param com essa palhaçada de ficar trocando de uniformes e seguir o grande mentor BP . saps.mp

  16. O legal do processo desse uniforme é que ele é, inegavelmente, uma ação inédita. Pois até o momento apesar de utilizarmos o termo “uniforme”, infelizmente, na prática pouco havia de uniformizado de norte a sul deste país. O modelo, quando não comprado diretamente na loja escoteira era fabricado conforme interpretação das costureiras e escoteiros de boa vontade em plantão (o que era a maioria dos casos). Lembro que na época do “POR das folhas avulsas presas em um classificador” (vou evitar essas datas, ok), o meu uniforme da modalidade do Ar era de um tecido esquisito, com um tom de azul mescla que nada lembra o nosso uniforme de hoje. Poderia ter sido um acidente de percurso? Talvez. O fato é que além de termos hoje condições do início de uma padronização (afinal o nosso padrão vigente de “uniforme” nos ainda é uma impraticável realidade), pois temos a oportunidade de utilizar algo preparado por quem entende de confecção de vestuário (não só na costura como no projeto e finalidade da roupa em si). Mudanças são necessárias em busca de nossa identidade e a realidade é que cada um enxerga um “uniforme” conforme sua herança, mas sem, às vezes, nem explicar como e o por quê dele ser assim, com o mínimo de precisão. Os escoteiros do Canadá, dos EUA e até da Inglaterra ficaram de bem com o novo padrão que adotaram. O uniforme deve evoluir sim com as épocas e com as culturas, pois as tradições começaram um dia como novidade também. O caso é que precisamos ter tato com esse processo, pois ele mexe com o que temos de mais querido entre os adultos (os que mais resistem à mudança) que são as felizes lembranças de seu uniforme juvenil. O meu uniforme da modalidade do Ar em 1987 era esquisitinho mesmo, mas eu adorava vesti-lo e ir ao grupo. Tenho muito orgulho de te-lo usado e guardo com muita alegria as lembranças daquela época, mas hoje precisamos atender aos jovens, oferecer-lhes algo que os chame a atenção e que os faça entrar no escotismo sem cara feia com o vestuário que irá utilizar. O mais importante não é o que vestimos, mas o que somos. Por isso, o uniforme poderá até mudar, mas a causa pela qual o utilizaremos é bem maior que toda tradição que possamos juntar para justificar as recusas nas mudanças: “construir um mundo melhor, através da formação de jovens úteis e participativos”. Esse sim deve ser a nossa maior preocupação. Grato pela atenção! SAPS!

    • Olá, Lineu! Tudo bem?

      Uma aclaração. O que vai mudar (até o momento) é o traje (o azul mescla), sendo substituído por algum desses que vemos nas imagens. O uniforme cáqui, assim como o mescla e o branco para suas devidas modalidades, continuará como está.

      Entendo que os adultos que “reclamam e se resistem”, não o fazem pela cor ou pelo corte do traje. O fazem, isso sim, pela maneira como o assunto está sendo conduzido.
      E, assim como justificam a inclusão dessa nova vestimenta porque, mesmo não os tendo consultado, “os jovens querem algo novo”, é dever do adulto que “reclama”, também defender o interesse dos jovens que estão em sua tropa e que são contra. Ou ao menos informá-los que dentro de pouco terão que fazer outro investimento num vestuário diferente ao que usam (e isso, como sempre, traz queixas).

      No mais, se de uma questão cultural se tratasse a mudança do traje, teríamos ao menos 1 para Pernambuco e outro para estas bandas do Sul.

      A inclusão do traje azul mescla em fileiras escoteiras coincidiu com a evasão de 20 mil escoteiros entre jovens e adultos. Deveríamos “aprender com os erros” – até porque é o que preconizamos aos jovens.

      • Grato pelo aclareamento, pois o que se trata é mesmo de um novo traje para substituir o modelo atual, permanecendo os uniformes até segunda ordem. A assembleia será o lugar para a apresentação oficial do projeto de traje, que deverá aprová-lo ou não, creio.
        Não precisamos ter pressa com o assunto, que ele é muito delicado mesmo. Quanto a questão de cor e evasões em situações passadas, lembro que a mudança citada foi uma medida forçada, de cima para baixo, que não foi levada a discussão em assembleia e que chegou nos grupos feito uma bomba com o “tem que mudar”. Muita gente se chateou, muita gente saiu do movimento. Aqui em Pernambuco esse episódio não nos traz boas lembranças, pois coincidiu com uma série de outras medidas que fragilizou a saúde de alguns de nossos “cabeças brancas”.
        Tenho esperanças que saia daqui de Recife, na assembleia nacional da UEB, uma decisão de um novo traje e que essa decisão possa por um norte na construção de uma identidade nacional da nossa imagem. Experimentamos aqui mesmo em PE dificuldades de aclareamento no emprego correto dos diferentes modelos de uniforme, quando há também várias instituições que se fazem valer da proximidade do Escotismo, para a prática de suas distorções, geralmente confundidas com nossa instituição pela diversidade de uniformes.
        Que seja discutido um primeiro passo, o traje. Se for livremente aceito e aplicado por uma parte, mínima sequer, será um início para um longo processo de reconstrução de nossa imagem, com força e respeito aos demais, até um dia em que possamos nos reunir novamente para discutir se valeu a pena e qual serão os próximos passos.
        Desejo, sinceramente, a definição do assunto e de seus detalhes, como a questão dos valores para aquisição para os jovens, onde creio que estará boa parte do peso para a sucesso ou para o fracasso dessa proposta. Não adianta ser bonito, tem de ser condizente o seu preço com sua funcionalidade, pois esse traje não vai vestir somente aqueles que puderem pagar por ele, mas também aqueles que são assistidos socialmente pelo movimento, que são em boa parte a razão da nossa inscrição como instituição filantrópica.
        Muito grato pelo excelente nível de diálogo pelo assunto!

  17. Já dizia Tommasi de Lampedusa… “É preciso que tudo mude, para que tudo fique como está”. Não se conseguiu implantar o PJ até hoje… E olha que em 2014 a tal mudança promissora, o salto para o futuro fará 20 anos. Pago para ver. Vai ser uma beleza, mais uma miscelânia de panos Brasil afora. Vale lembrar que há pontos muito mais interessantes em termos de conteúdo e aplicabilidade que deveriam ser mudados antes de se pensar em mudar o traje e/ou uniforme. E mais uma vez, a falta de documentos oficiais, posições oficiais e prazos dá é nisso. Vai ser igual da última vez. Adota-se um traje, mas alguns grupos resistem e mantêm os uniformes. Grande. É ver para crer a mudança acontecer. Não me entendam mal, eu sou pró-uniformização de procedimentos e principalmente de uniformes, mas há 20 anos no movimento nunca vi tal almejada padronização nem dentro de um GE. Quiçã no país inteiro. Vamos vendo. Hehehehehehehehehehe

    • Olá Phillipe, vc teria informações sobre o extinto 99°/MG – GE Alfenas? Quem eram os chefes, tempo de duração, por que acabou, etc…
      Cordial abraço

  18. O que precisa ser feito é resolver o esquema de poder da UEB.
    Assim estas palhaçadas acabam.
    Não é possível que São Paulo tenha o mesmo direito de voto que o Acre, quando um tem mais de 1.000 grupos e o outro tem 1.
    As pessoas que levantam estas histórias de mudanças e de atualizações, ne, sempre podem ser considerados escoteiros, quanto mais decidir por toda a comunidade.
    Porém o esquema de poder vigente permite isto. Estamos a uns 15 anos numa briga que não termina, porque queremos brigar num cenário que o poder vigente pode tudo.
    Precisamos lutar para mudar e resolver o problema de falta de representatividade na adminitração e gestão da UEB.
    Aí acaba toda estas histórias que ninguém entende, porque não tem o que entender, simples assim: tudo isso é o bel prazer de um grupo pequeno que se mantém na gestão da organização sem representatividade.
    VAMOS MUDAR ISTO, O RESTO FICARÁ MAIS FÁCIL……

  19. Já que querem mudar o Traje, então que padronizassem, e deixassem apenas o uniforme, agora iventam outro modelo e deixa todo mundo perdido, sem saber se faz o novo traje ou passa para o uniforme que tb pode aabar a qualquer momento.fazem 25 anos que estou no movimento e usao o mescla, sempre gostei dele, agora mudam td, todo mundo tem que gastar, afff, tem coisas mais importantes;

  20. Traje Azul Escuro para todos os ramos… quem vai gostar dele são nossos irmãos distantes os Bandeirantes.. o uniforme deles já é azul escuro…

  21. Um bom dia para todos!
    Sou relativamente novo no movimento. Não fui lobinho e nem escoteiro. Mas neste pouco tempo que o Escotismo me “agarrou”, e não largou mais, eu pude perceber que muito se fala e pouco de se faz. Se não fosse a vontade e a determinação dos membros Escotistas dos Grupos Escotieros pelo Brasi a fora, acho que o movimento no Brasil já teria acabado! São eles que estão lá todos os sábados a tarde com os joves. Muitas vezes no final de semana todo! Lidam com problemas, com as diferanças, tem que se preocupar com o desenvolvimento e a progressão de toda uma sessão. Deixando de lado, por um momento, os seu próprios problemas particulares. Para que possam ter o conhecimento e a capacitação para poder estarem aptos e em condições de auxiliar os joves neste desenvolvimento, o escotista tem que buscar curso de formação, que muitas vezes ocorrem em locias distantes, tornando ainda mais caro e difícil de ser realizado. Este é um trabalho voluntário. Cansativo, mas gratificante.
    Mas infelizmente, com pouco apoio por parte a UEB. Os GE tem que se virar, do jeito que dá. Buscar a união com outros grupos para que pelo menos o Distrito consiga se manter! Porque se depender de cima, ficaremos na mão.
    Eu sou pai, Escotista e tenho um filho na Alcatéia. E sei o quanto é necessário de investimento e dedicação para manter. Quando criança meu sonho era ser escoteiro, mas meus pais não podiam, porque, como eles diziam “isso é coisa pra gente rica!”. E olha que não estavam tão errados assim…
    Bem, depois deste desabafo vamos ao assunto. Quanto ao mudança do traje, acredito que se for bem analisado, as questões sociais do país, aas diferanças de classes, as questões de praticidade e conforto, acho que a mudança será boa. Contudo, não dá para criar algo que, no final ai acabar sendo tão ou mais caro que o uniforme. Lembrem que muitos GE tem crianças carentes. Muitos GE não utilizam nem traje nem uniforme, somente camisa com motivo escoteiro visto serem de regiões pobres do País. A questão de conforto também é fundamental. Não dá para padronizar algo que será desconfortável, que o jovem acabe sofrendo com calor (cores escuras e tecidos muito grossos) ou frio (tecidos muito finos).
    Não pode-se criar um segundo uniforme. E por falar no uniforme, acredito que este, justamente por ser algo que remonta do passado, da origem do escotismo no Brasil, deva ser mantido, também como opcional para os GE.
    Não podemos utilizar como base de adequação os padrões internacionais como por exemplo da Boys Scout dos Estados Unidos, onde as realizade social e financeira é diferente.
    A para finalizar, se é para mudar, então que seja defino logo e que não fique neste impasse. Se bem que eu não conheço ninguém, de nehum GE que tenha sido consultado em pesquisa sobre a mudança de traje e uniforme.. Alguém conhece? Ou foi consultado sua opinião?
    Forte abraço!
    SAPS!

  22. Uma Parte que fica é que eles estão mudando para baratear custos. mais vejamos se irão deixar com qualidade o atual traje / uniforme oferecido pela UEB é de qualidade muito precária. em poucos meses fica desbotado e com costura sedendo. vejamos se essa alternativa mais viável para eles terá resistência para durar ao menos um ano.

  23. Realmente eu pensava em coisa melhor mais infelizmente a UEB fez um uniforme cada vez mais precário muito feio isso faz com que os menino deixa a vontade de seguir os padrôes do escotismo.sempre alerta.

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